DO ALASCA AO RIO DE JANEIRO DE HIDROAVIÃO
COMO NASCEU O  VÔO DA PAZ

O Vôo da Paz nasceu com o objetivo de mostrar a visão pacífica da Aviação Civil e, ao mesmo tempo, trazer do passado as lembranças românticas e aventurosas que deram origem às lições positivas e valiosas da Hidroaviação, como precursora que é da Aviação Comercial no Mundo.

Graças aos pioneiros da Hidroaviação, seguindo as lendas e verdades de seus antecessores Navegantes, terras e mares distantes deixaram de ser obstáculos longínquos ao convívio entre povos, e foram eles que com suas experiências, seu senso de observação e persistência, permitiram ao público em geral usufruir das atuais vantagens da Aviação.

O Vôo da Paz - do Alasca ao Rio de Janeiro de Hidroavião é uma busca desse retorno da Motivação Mundial de Voar.
É um Vôo que vai integrar, com um gesto de amizade, as Três Américas, delas colhendo, em sua passagem, as imagens que serão difundidas por todo o Mundo, e com isso mantendo vivo o conceito do Panamericanismo, tão importante para as relações do Brasil com os povos de todo o Continente Americano.

Ao mesmo tempo o Movimento Asas da Paz realizará o Vôo da Paz como um importante vôo preparatório para o Rally Internacional do Hidroavião.
DO ALASCA AO RIO DE JANEIRO DE HIDROAVIÃO


O criador dessas promoções é o Cmte João Flávio Pedrosa, Presidente da Sociedade Náutica Brasileira e do Movimento Asas da Paz, que como entusiasta vem se dedicando, desde 1968, a tratar os temas da Náutica e da Hidroaeronáutica como integrados e indissolúveis.

Assim são tratados por todos aqueles que conhecem a Arte da Navegação, pelo conteúdo dos Regulamentos Internacionais e pelas Normas das Autoridades Aéreas e Marítimas em todos os países onde a Hidroaviação vem se mantendo e mesmo crescendo.  Mesmo tendo sido quase abandonada no passado a Hidroaviação Comercial permanece nas atividades de combate a incêndio, resgate em alto mar e no Turismo, em muitas partes do Mundo.

Por outro lado, segundo o Cmte Pedrosa, em períodos de economia forte, as sociedades, pelo mundo todo, esquecidas desse desenvolvimento propiciado pela Hidroaviação, se beneficiam diretamente das companhias aéreas que dela evoluíram.  Em seus vôos comerciais essas empresas, em contrapartida, refletem seu crescimento prestando o serviço de transporte aéreo convencional a toda a Humanidade, nas diferentes ações comerciais e não comerciais que a Aviação Civil hoje nos propicia. 
Por isso o Cmte Pedrosa acredita que o espetáculo do Vôo de um Hidroavião desenha com sua romântica silhueta, recortada nos céus e nas paisagens das Américas, uma rota de integração panamericana. Que essa Aventura possa ser entendida como o esforço e dedicação não apenas de um entusiasta ou de um piloto isolado,  mas de todos aqueles que  trabalham pelos Céus do Mundo. Que esse Vôo serva como base para a aceitação mundial dos propósitos da Paz na Aviação e que faça prosperar o reconhecimento da Aviação Civil como um Bem da Humanidade.


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Vamos Voar em Paz.
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