Como Participar das Comissões de Coordenação          
DO ALASCA AO RIO DE JANEIRO DE HIDROAVIÃO
Como funciona uma Comissão de Coordenação
A Autonomia e o Poder de Decisão
Cada Comissão de Coordenação tem suas lideranças.
A participação dos Coordenadores nos grupos de discussão para as atividades operacionais, significa um apoio mútuo para um fim comum: o êxito das missões.

O propósito não é interferir nas decisões do grupo, mas sim mante-los coordenados para que esse mesmo objetivo possa ser alcançado, dentro dos tempos previstos.

Velocidade e segurança exigem autonomia de decisão.
Por isso os movimentos de cada um dos grupos serão por livre arbítrio e as metas alcançadas serão comunicadas como vitórias de todos os envolvidos.
Os participantes se comunicam e depois, quando julgarem próprio, se reúnem para debater os interesses comuns, as operações a realizar e as metas a alcançar. Faça sua parte.
Você é quem escolhe e quem define os prazos em que consegue alcançar.

Mesmo as formigas, quando trabalham em conjunto, conseguem transportar grandes quantidades de alimentos para o formigueiro. Nós acreditamos nesse trabalho de formiguinha.

O projeto é grande o suficiente para ser de todos.
As conquistas, meta a meta, dia a dia, valerão, no futuro, para marcar a presença de cada um na reativação histórica da hidroaviação no Brasil.
Os custos operacionais Os Registros operacionais e sua comunicação
O orçamento de uma Comissão é discutido em função das metas que o grupo pretenda alcançar.

Esse orçamento-programa passa a ser a primeira meta da Comissão.

Dele é que vão surgir as possibilidades de receitas e despesas, fazendo andar cada etapa do processo, no nível em que se pretende alcançar as metas do grupo. 

A Comissão depois monta a pauta das reivindicações sabendo que cada parte delas é uma meta cujo valor foi previamente definido dentro do orçamento.

Isso significa que mesmo o recurso estando orçado, será necessário que a reivindicação seja dirigida a setores que poderão apoiar o projeto, para que ele venha a se materializar no nível local.
O registro das mudanças e conquistas, à medida em que irão ocorrendo, será uma das missões da Coordenação, pois  em outras partes do País  a sua experiência  vai contar muito para combater a reação às mudanças que podem cercar o projeto.
É natural que ocorram, principalmente enquanto não houver o envolvimento das lideranças locais, que precisam conhecer o VÔO DA PAZ e o Rally Internacional do Hidroavião e participar das próprias mudanças.
Os Membros da Comissão exercem esse papel de modo sereno e expressando sua convicção, sem se deixarem abater pelas dificuldades, incredulidade e passividade de muitos.

Pode estar certo de que se fosse fácil, muitos já teriam feito.
Mas só poucos podem, como você, entender o significado de gerar um processo vendo seu nascimento.
São pessoas como você, que começam participando das pequenas vitórias, até que conquistam as maiores e então definitivas glórias do sucesso.

A Conquista do  Apoio
O que oferecemos em Contrapartida
São muitos os setores que deverão ser sensibilizados pelo trabalho de cada Comissão.
Por isso é preciso conhecendo as metas de cada uma das  Comissões.

Lembre-se que os representantes dos setores apoiadores poderão ser chamados a dar cobertura aos custos de cada meta local.

Desse modo a Comissão terá a possibilidade de realizar sua missão, sem criar qualquer tipo de desembolso a esse respeito.

Cada apoio recebido é revertido em benefício da localidade onde a Comissão atua.
Como contrapartida, a parte interrnacional do VÔO DA PAZ, precursor do Rally Internacional do Hidroavião, já vai refletir em publicidade para as promoções locais.

Além delas as ações regionais e nacionais, permitirão que os interessados procurem as respectivas Comissões e negociem diretamente suas aplicações, dando assim a necessária cobertura no atingimento das metas.
As comunicações da Comissão
A Natureza das comunicações
A Comissão tem que frizar, nas comunicações interpessoais, em qualquer nível ou ambiente, o papel pacifista de um movimento que reconhece a Aviação Civil como um Bem da Humanidade.

Comunicar isso, em todas as reuniões, pode parecer repetitivo, mas é a força do Movimento que pode oferecer aos que hoje estão fora dessa visão, uma compreensão da importância desse entendimento.
O Bem a que a Comissão vai se referir, não é material, nem uma ilusão.
Todos sentimos bem de perto, recentemente, as perdas da Aviação Civil, sendo parte delas algo que marcou profundamente milhares e milhares de famílias.

As perdas a que os mebros da Comissão vão se referir não são apenas a de vidas, um Bem Maior cujo valor não pode ser comparável a nenhum outro.

Mas é importante fazer referência, também, aos milhares de tripulantes e do pessoal operacional de terra cuja perda inicial foi em seus empregos.

Argumento Final da Comissão
Em Busca do Apoio Ressalte nas Reuniões
A Aviação Civil, segundo o Movimento Asas da Paz,  faz parte do que se convencionou chamar de Bens Imateriais, ou seja, bens que não são visíveis.

São bens que levam o possuidor, que nesse caso é a Humanidade, a sentir a necessidade de sua preservação.

Não preservar significa, portanto uma perda, um prejuízo.

E em relação à Aviação Civil, as perdas são sempre da Humanidade.
A Comissão deve ressaltar:
  • as modificações de profissões a que os ex-tripulantes das companhias aéreas foram submetidos
  • as profundas transformações nos atos e decisões governamentais e empresariais no mundo todo
  • a redução da malha aérea que isolou, no Brasil, um País continental, milhares de cidades, antes assistidaso cáos no controle do tráfego aéreo, como conseqüência das reduções dos investimentos no setor.
  • as dificuldades essenciais das agências de viagens e suas relações com as companhias aéreasas dificuldades para os demais setores do turismo que empregam cerca de 52 outras profissões correlatas.
A Aviação Civil, segundo o Movimento Asas da Paz,  faz parte do que se convencionou chamar de Bens Imateriais, ou seja, bens que não são visíveis.

São bens que levam o possuidor, que nesse caso é a Humanidade, a sentir a necessidade de sua preservação.

Não preservar significa, portanto uma perda, um prejuízo.

E em relação à Aviação Civil, as perdas são sempre da Humanidade.





A Comissão deve ressaltar:
  • as modificações de profissões a que os ex-tripulantes das companhias aéreas foram submetidos
  • as profundas transformações nos atos e decisões governamentais e empresariais no mundo todo
  • a redução da malha aérea que isolou, no Brasil, um País continental, milhares de cidades, antes assistidas
  • o cáos no controle do tráfego aéreo, como conseqüência das reduções dos investimentos no setor
  • as dificuldades essenciais das agências de viagens e suas relações com as companhias aéreas
  • as dificuldades para os demais setores do turismo que empregam cerca de 52 outras profissões correlatas.



Apoiar o Vôo da Paz é trabalhar pela Paz Mundial
E o membro da Comissão não pode deixar de citar as Guerras que se perpetuam, como parte das perdas da Humanidade.
As guerras atuais são o resultado mais visível dessa situação caótica em que se transformou o pensamento, antes apenas antagônico, agora formador de questões que partem das opiniões divergentes e beligerantes.
Discussões em bases de total animosidade, geram o terror e como consequência a belicosidade tomará conta da face da Terra...

Paz ao Mundo é o nosso principal motivo e desejo ao promovermos o VÔO DA PAZ.

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