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Em
função de todas essas análises e
ações, além da observação da
extensão do aumento da
crise específica da Aviação Comercial
brasileira, simples espelho da crise mundial, o MOVIMENTO ASAS DA PAZ
intensificou os entendimentos com autoridades do setor aéreo.
Uma proposta
elaborada
com a participação de especialistas, com alternativas
viáveis para a situação brasileira, foi
acolhida pelo Diretor Geral do DAC, à
época, tendo sido encaminhada para estudos.
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A proposta destacava
um papel especial para a INFRAERO e
sugeria, dentre outras coisas, a utilização da
própria empresa de infraestrutura aeroportuária
para as atividades operacionais de terra, liberando as empresas
aéreas desse ônus.
Presentemente,
vários itens da proposta vem sendo gradualmente
adotados de maneira a permitir às empresas aéreas, o
reequilíbrio de seus custos operacionais.
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À medida em que
os prejuízos causados pelas
ações do terrorismo e da violência, das guerras e
das lutas fratricidas se multiplicam, também as crises sociais,
econômicas e morais se alastram por todos os países,
direta ou indiretamente afetados.
Somente
os mecanismos de
superação, propostos por lideranças positivas dos
diferentes países, são capazes de reunir, sob a mesma
ótica, as bases mais profundas
dessas sociedades afetadas e auxiliá-las nessas
transformações que se avizinham.
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O
MOVIMENTO ASAS DA PAZ, nascido no Brasil e ampliado para diversos
países no mundo, é um desses mecanismos de
superação.
Ele foi proposto originalmente pela SNB -
Sociedade Náutica
Brasileira, como sua primeira incentivadora, a qual estava organizando,
à época, o Rally Internacional do Hidroavião e as
comemorações dos 130 anos de Alberto Santos Dumont.
O
Movimento surgiu, então, em face das
questões que necessitavam do debate, da
participação da opinião pública e,
principalmente, da
gestão sócio-governamental articulada com os anseios de
passageiros, turistas, funcionários e tripulantes de empresas
aéreas.
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