Estados e Capitais Brasileiras Debatendo  o Turismo Hidroaeronáutico e o Turismo Náutico Internacional
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cape Town Rio e Buenos Aires Rio fazem de Janeiro e Fevereiro / 2011
o início dos Esportes Aquaviários voltados para o Turismo Internacional.




         História das Regatas
               Buenos Aires Rio
  • Em 04 de Janeiro de 1947 foi disputada a primeira Regata Buenos Aires - Rio de Janeiro e em Fevereiro de 2011 serão 63 anos dessa competição, já tendo ela sido realizada por 21 vezes.
  • O empenho e a organização do Yacht Club Argentino e do Iate Clube do Rio de Janeiro converteram esta prova num evento desportivo já familiar ao iatismo mundial.
  • Logo se formou o interesse pela Regata, que se converteu em uma prova constante, com participantes da Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Estados Unidos, Espanha, Holanda, Itália, Noruega, Peru, Portugal, Inglaterra, África do Sul e Uruguai.
  • No quadro das medalhas, a "Fita Azul" dessa regata foi ganha 9 vezes por barcos dos Estados Unidos, 6 vezes pela Argentina, 4 vezes pelo Brasil, uma vez pela África do Sul e duas vezes pelo Uruguai.
  • O menor tempo real foi estabelecido pelo veleiro " RAMBLER " comandado por Ken Read, que em 2008 fez o percurso em 4 dias, 09 horas, 55 minutos e 45 segundos.
  • O menor tempo corrigido foi estabelecido pelo barco "DAPHNE" de Germán Frers em 04 dias, 9 horas, 4 minutos e 18 segundos.
  • Finalmente, em tempo corrigido a Regata Buenos Aires Rio foi ganha 13 vezes por barcos da Argentina, 4 vezes por barcos do Brasil, 4 vezes por barcos dos Estados Unidos e uma por barco do Uruguai.
  • Quem será o próximo ganhador em 2011?
  • Não deixe de apostar na Regata de 2012, pois as oportunidades já estão no horizonte!
             Cape Town to Rio
  • A Regata Cape Town Rio nasceu de um movimento estratégico da Diplomacia brasileira, em conjunto com a Marinha de Guerra, quando o Atlântico Sul passava por olhares atentos de nações estrangeiras que desejavam o seu domínio, sem se importarem com a imensidão das costas do Brasil e com nosso direito sobre o Mar territorial.
  • Havia, então, na Africa do Sul, um regime governamental que não atendia aos preceitos do relacionamento internacional e a comunidade dos países das demais regiões do Mundo vinha exigindo sanções aos Sul-africanos, impedindo mesmo que eles se envolvessem até em regatas com outras nações.
  • O fato histórico é que o Brasil, após levar um navio de guerra até a Cidade do Cabo, com plena e feliz recepção aos nossos oficiais e marinheiros, concordou em participar com veleiros, já em 1971, da primeira regata Cape to Rio.
  • Desde que o período das navegações marítimas começou, com a travessia do Sul da África em demanda da Índias, a Cidade do Cabo, então apenas o Cabo das Tormentas, tem se transformado, realmente, no Cabo da Boa Esperança.
  • Por isso a Cidade é hoje um dos pontos de maior confluência de veleiros em todo o mundo, não somente por sua localização, mas também porque a Vela é um dos esportes nacionais de maior interesse entre os Sul-Africanos.
  • A competição Cape Town-Rio é, ainda hoje, a regata internacional mais longa do hemisfério sul, ocorrendo a cada 3 ou 4 anos, quando os barcos competidores atravessam o oceano Atlântico na direção noroeste. Estima-se entre 5600 a 6240 km (3500 a 3900 milhas) de percurso.
  • A escolha da rota pelos comandantes dos veleiros nunca será pelo caminho mais curto, mas sim o que contar com o máximo de condições favoráveis.
  • Segundo os especialistas e navegadores que já fizeram parte dessa competição, a distância precisa a percorrer será determinada pela posição do anticiclone (zona de alta pressão) no período completo da prova.
  • É preciso, no plano de navegação, saber contornar o anticiclone, para evitar as calmarias que o caracterizam.
  • A regata Cape Town-Rio é uma prova realizada durante os dias em que se intensifica o Verão no Atlântico Sul e essa competição passa então a dominar os elementos que compõem este que é o segundo dos três grandes oceanos, pelo seu tamanho, mas também o mais complexo em suas variações.
  • Segundo as direções das correntes e ventos dominantes habitualmente utilizados pelos navegantes,  o Atlântico acaba sendo favorável aos velejadores mais experientes, se comparado ao Índico e ao Pacífico. 
  • Para os comandantes dos veleiros competidores que estarão em 2011 navegando por esta rota, já bem conhecida até pelos antigos navegadores portugueses e espanhóis, a regularidade dos ventos alísios de sudeste e as correntes de Benguela e Sul Equatorial, que acompanham o sistema anticiclonico do Atlântico Sul, serão elementos tão importantes quanto os instrumentos de bordo.
  • Eles sabem que esse sistema meteorológico define um movimento circular e contínuo de ventos no sentido anti-horário, subindo ininterruptamente a costa africana e descendo a costa brasileira, razão porque montar nessa corrente e aproveitar os ventos de alheta podem significar maior chance de vitória. 
  • A estratégia para o navegador consiste em medir os riscos da aproximação do anticiclone para encurtar o seu caminho, além da faculdade da interpretação correta dos dados metereológicos de que ele disporá para completar seu plano de navegação até o Rio de Janeiro.
  • Quem será o próximo ganhador em 2011?
  • Não deixe de apostar na Regata de 2012, pois as oportunidades também já estão no horizonte!
No 2º Fórum Nacional de Turismo Aquaviário você terá oportunidade de saber como pode participar diretamente de atividades náuticas voltadas para essas regatas internacionais e outras locais, ao longo de 2011 e 2012.

Inscreva-se e depois confira como ser um dos nossos Patrocinadores Individuais, ganhar brindes, fazer passeios e muito mais.

O Departamento de Relações Humanas de sua Empresa ou Organização pode ser nosso parceiro, ganhar excelente Marketing com visibilidade para Marcas e Produtos e Você ainda vai aproveitar o Verão 2012 no Iate Clube do Rio de Janeiro.