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Estados e
Capitais Brasileiras Debatendo o Turismo Hidroaeronáutico e o
Turismo Náutico Internacional
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Histórico
do Fórum Nacional de Turismo Aquaviário
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Na
primeira edição do Fórum Nacional de Turismo
Aquaviário, realizado no Rio de Janeiro em 2006 com o apoio do
Ministério do Turismo, ocorrida em conjunto com a Expomar
Verão,
foram debatidos, de forma programada, aspectos relevantes do Turismo
Aquaviário Nacional, principalmente a relação
tormentosa, naquela ocasião, entre os Cruzeiros Marítimos
e a Hotelaria brasileira.
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O Fórum serviu para levantar as questões de parte a parte
e, ao mesmo tempo, minimizar as intolerâncias entre os setores.
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Durante a discussão das várias idéias, propostas e
projetos apresentados para equacionar os problemas, surgiu, pela
primeira vez, a fórmula da auto-regulamentação do
setor dos Cruzeiros Marítimos na Cabotagem, em
função da inexistência de
legislação que pudesse cobrir toda a gama de
circunstâncias que a Navegação Internacional de
Turismo Marítimo exige.
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As
lideranças empresariais e institucionais presentes, tais como
a ABIH, a Resorts Brasil, a ACOBAR, o Pier Mauá, a Concais, o
Centro dos Capitães da Marinha Mercante, o Convention &
Visitors Bureau da Ilha Grande, a Capitania dos Portos do Rio de
Janeiro, além das autoridades do Governo Federal, do
Ministério do Turismo, da Diretoria de Portos e Costas e demais
especialistas interessados nos Setores do Turismo Marítimo e do
Turismo Náutico, apresentaram suas teses e levantaram
várias questões relacionadas aos temas em pauta.
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As soluções propostas
foram debatidas com vistas a suprir
as necessidades que ainda predominam no cenário atual, assim
como foram buscadas alternativas viáveis para organizar, de
forma sistêmica, as atividades do Turismo Aquaviário
Nacional, considerado pelo Ministério do Turismo como um produto
diferenciado para o fortalecimento da oferta do Brasil aos mercados
internacionais.
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O
1º Fórum Nacional de Turismo Aquaviário procurou
incentivar os participantes, em cada um dos encontros realizados, nos
dias 21, 22 e 23 de setembro daquele ano, a oferecerem
sugestões,
em busca de soluções práticas.
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A proposta da Sociedade Náutica Brasileira era respaldar de
forma técnica as soluções oferecidas, agindo
através das decisões coletivas dos grupos de trabalho
sistêmico que se formaram a partir do evento. As questões
das Marinas, abordadas pela ótica da ACOBAR, permitiram
compreender sua importância econômica e o potencial que
representam para a Náutica. Afinal, quem compra barcos precisa
ter onde guardá-los e bem.
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A partir dessas e de outras propostas
vários encaminhamentos
foram feitos
não só às autoridades brasileiras, mas
também às própria lideranças empresariais e
institucionais, dentro das suas diferentes áreas de
competência.
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Ao
final os presentes assinaram a Carta do Rio na qual os itens propostos
foram inseridos como necessidades para o desenvolvimento do setor do
Turismo Aquaviário.
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No entanto, como ficou claro, não basta dar o necessário
respaldo
técnico para o fortalecimento das decisões das
autoridades nacionais, estaduais e municipais afetas ao processo de
expansão do Turismo Aquaviário Nacional.
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Torna-se fundamental divulgar essas necessidades
já identificadas, bem como as propostas apresentadas, de modo a
que se obtenha a repercussão na opinião pública,
capaz
de também pressionar as autoridades competentes para a
obtenção dos resultados
esperados.
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O modelo de decisões sobre o Turismo Aquaviário Nacional
deverá ser repensado e sua estruturação não
poderá considerar Turismo Náutico como Turismo
Marítimo e vice-versa, sob o risco de procedimentos falhos na
venda, operação e uso desses produtos totalmente
diferenciados.
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Essa é, portanto, uma das
razões históricas para motivar
as diferentes faixas etárias e de renda para as visões
profissionais, educacionais, esportivas, de entretenimento e de lazer,
relativas ao Turismo Aquaviário Nacional, com sua enorme gama de
subsistemas derivados do tripé Turismo Marítimo, Turismo
Náutico e Turismo Hidroaeronáutico.
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Para a organização em âmbito nacional do 2º
Fórum Nacional de Turismo Aquaviário foi
realizada no dia 12/07/2010 uma Visita Técnica dos
representantes da SNB, João Flávio Pedrosa e Wanda Luiza
Pedrosa, do Hidroclube do Brasil, Telmo Roza Fontes, Angela
Simões e Sandra Regina Lopes, da Aroldo Araújo
Comunicação, através de seu diretor Aroldo
Araújo, da Tour
Brasil, através de seu Diretor Antonio José Rangel, da TurisRio,
através de seu Assessor Especial de Relações
Institucionais Luiz Brito Filho, além do representante do Portal
CruiseOnline & AviationOnline, Daniel Rosado Carneiro, autor da
foto ao lado
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Nesse
dia o Grupo visitou as instalações do Iate Clube do Rio
de Janeiro, local onde serão recepcionadas as Regatas Cape Town
Rio e Buenos Aires Rio, além da chegada do Voo da Paz e do Raid
Hidroaeronáutico do Rio de Janeiro e aproveitou para registrar o
momento em frente ao Hangar do ICRJ, considerado o primeiro Hidroclube
no
Brasil.
Nos
dias 15 e 16 do mesmo mês de Julho de 2010 o Centro Cultural do
ICRJ foi palco das Reuniões
Preparatórias do 2º Fórum Nacional de Turismo
Aquaviário, reunindo uma intensiva programação de
debates, inclusive aproveitando a presença no Iate Clube dos 70
veleiros e seus mais de 250 tripulantes que partipavam do Cruzeiro
Costa Leste.
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