1º FÓRUM NACIONAL DE TURISMO AQUAVIÁRIO
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(Atibaia,SP) 21/02/2007
Everaldo Barbosa Pimentel Bueno
Representante Comercial
Agradeço Contreras, mas a Baía de Guanabara não serve.
Tenho atravessado de Catamarã do Rio para Niterói, quando atendo a região de São Gonçalo. Já basta prá mim. Quero mesmo é nas ilhas em frente à Praia de Ipanema. Quero olhar de lá, pescando.
Se puder me mandar um programa, pacote ou os preços, vou ficar te aguardando.
Mande através do Fórum ou para o meu e-mail que o moderador me passa.
Obrigado.
Everaldo Bueno
(Rio de Janeiro) 19/02/2007
Carlos Alberto Contreras
Guia
Caro Everaldo, queres um programa de turismo náutico nas ilhas em frente a Ipanema? Talvez possa ajudar, pois algumas vezes tenho levado turistas numa lancha Mares 35 para pesca amadora. É excelente pesqueiro no verão, mas agora existem algumas regras, pois os ambientalistas resolveram fazer coro contra esse passeio também. Daqui a pouco vamos ficar sem nada para mostrar, pois vão acabar proibindo qualquer um de chegar perto. Na ilha Rasa a Marinha já domina. Nas Cagarras, que você citou, é a proteção do meio ambiente. Existe a Cotunduba, logo depois da saída da Boca da Barra da Baía de Guanabara, perto do Leme, mas é muito batido. As outras ilhas ficam para o lado de Niterói, perto de Itaipú, muito bonito, mas só com mar calmo e, mesmo assim, por dentro. Estou fazendo algumas fotos desses locais e depois posso lhe mandar detalhes. Espero que não desista de passar as férias curtindo o mar do Rio... Serve a Baía de Guanabara?
Contreras
(Atibaia,SP) 18/02/2007
Everaldo Barbosa Pimentel Bueno
Representante Comercial
Será que alguém conhece algum bom programa de Turismo Náutico nas ilhas em frente a Ipanema? Sempre que vou ao Rio a negócios, fico olhando com vontade de ir pescar por lá. Algumas  vezes vejo até uns barquinhos.
Como o tempo é curto, não pesquisei como chegar até lá. Agora tou planejando uma quinzena no Rio e queria algumas dicas para esse programa. Alguém pode ajudar?
Everaldo Bueno
(São José dos Campos,SP) 10/02/2007
Mario Pasqualli
Industrial
A indústria do turismo é um conjunto de partes articuladas pelo desejo de que tudo aconteça muito bem, desde que o turista sai de casa até seu retorno com fotos e memórias. Afinal, depois das férias é isso que resta, além daquela sensação de mudança de cor, ou alguma ardência nas costas...
O que não pode  é o tuirista ficar se preocupando, ou se desestimulando com notícias que parecem que vão piorando a cada dia.
Será que no final deste ano teremos boas memórias?
A vontade de sair de férias depende disso também. Como é que vamos planejar umas férias se as notícias são terríveis, seja de aviões ou de navios? Será que a informação aquece o mercado, ou desaquece a motivação?
Minha esposa e eu pretendiamos passar férias no Rio de Janeiro. Ela é de lá. Mas, tantas notícias de violência e então pensamos em Búzios. E parece que fomos assistentes privilegiados de uma quase tragédia.
Desculpas das empresas à parte,  não gostaria de assistir ao final de uma história de férias onde a memória estaria era  lembrando de corpos pela praia, cenas de desespero de famílias ou coisa que o valha.
As autoridades marítimas tem que planejar melhor os espaços, como também deveriam fazer melhor as da aeronáutica, ou teremos mais situações que beiram ao risco do acidente, ou mesmo atingem a proporção da tragédia anunciada.
Aguardando notícias,
Mario Paqualli

(Rio de Janeiro) 30/12/2006
Daniel R.Carneiro

Editor

Nota do Editor de Cruising On Line
O artigo onde o incidente em Búzios é mencionado, não tem como intenção contestar o profissionalismo das tripulações e a segurança das embarcações das empresas proprietárias dos navios envolvidos no incidente citado, empresas das quais já fomos passageiros (e certamente voltaremos a sê-los) e cuja qualidade dos serviços e preocupação com a segurança podemos atestar e recomendar a nossos leitores. Pedimos desculpas às mesmas caso nossa intenção tenha sido mal compreendida. Conforme mencionado, o incidente, felizmente sem danos, deveu-se a uma fatalidade que teve como causa principal fatores meteorológicos, e o objetivo do artigo é chamar a atenção para a dificuldade em se administrar a logística operacional de um porto turístico quando há simultaneidade de escalas acima do ideal recomendado. Embora as empresas proprietárias das embarcações envolvidas contestem a informação de que os navios tenham estado próximos, provavelmente motivadas pelo tom sensacionalista adotado por alguns veículos de mídia, testemunhas o acompanharam de vários ângulos ou através de rádios VHF sintonizados nos canais marítimos, confirmando-o. Cruising On Line tem como política zelar por sua reputação, não publicando notas sem confirmá-las previamente com uma fonte oficial ou, no mínimo, com mais de uma fonte digna de confiança.

Daniel R.Carneiro
Cruising On Line
Editor


(São Paulo) 30/12/2006
Nota da MSC Cruzeiros do Brasil divulgada por sua assessoria de imprensa:
"A MSC CRUZEIROS DO BRASIL esclarece que, ao contrário do que foi divulgado hoje, dia 28 de dezembro de 2006, no jornal O DIA e, também, no site TERRA, não houve qualquer suposto incidente envolvendo seu navio MSC ARMONIA e outra embarcação, ancorados na cidade de Búzios, bem como não houve situação de perigo, ou risco de colisão, que ameaçasse a segurança e tranqüilidade de nossos passageiros.
Também nos cabe esclarecer, em face do que foi publicado pelos dois veículos acima mencionados, que a escala de nosso navio em Búzios aconteceu na quinta-feira, dia 21 de dezembro, e ocorreu dentro da mais perfeita normalidade.
Informamos, ainda, que no dia de ontem, o navio MSC ARMONIA estava navegando em alto-mar, e não encontrava-se em Búzios, conforme o noticiado.
Aproveitamos a oportunidade para deixar bem claro que há meses estava confirmada e autorizada pela Capitania dos Portos, a escala de nosso navio no porto de Búzios.
Encontramo-nos ao seu inteiro dispor para qualquer outro esclarecimento que se faça necessário.
Antecipadamente agradeço sua atenção. "
Maria Alice Jorge Maluf
Assessora de imprensa da MSC CRUZEIROS DO BRASIL
(São Paulo) 30/12/2006
Transcrição do texto do Site Press Club
 Luiz Henrique Miranda

Assessor de Imprensa
Nota de esclarecimento à imprensa

A assessoria de imprensa da companhia marítima Costa Cruzeiros esclarece aos colegas jornalistas que são absolutamente infundadas as notícias referentes a um suposto risco de acidente envolvendo um de seus navios no dia de ontem (27/12), em Búzios, Rio de Janeiro. De acordo com a programação planejada com antecedência e de pleno conhecimento das autoridades competentes, os navios da Costa Cruzeiros realizam navegação regular em outras regiões da costa brasileira. Ou seja, nenhum dos navios se encontrava ontem em Búzios.

Outras supostas notícias dão conta de que ameaças de incidentes teriam ocorrido no mesmo local, na semana passada. No entanto, esclarecemos que o fato também não procede. Aproveitamos a oportunidade para alertar aos colegas sobre o risco da desinformação advinda de “fontes” que se posicionam na web através de sites supostamente especializados em cruzeiros marítimos.

Desde já colocamo-nos à sua inteira disposição.


Mais informações para a imprensa:
Luiz Henrique Miranda
LH Miranda
Fone: 11 - 3873-5488
Cel: 11 - 9658-8766

(Rio de Janeiro) 29/12/2006
Daniel R.Carneiro

Editor

INCIDENTE EM BÚZIOS : FAZ-SE URGENTE ESTUDAR MELHOR A PROGRAMAÇÃO DE ESCALAS

Próxima temporada terá mais e maiores navios.
É hora de autoridades, empresas marítimas e destinos buscarem um entendimento.

A crise no tráfego aéreo, iniciada bem antes do trágico acidente envolvendo um Boeing 737-800 da GOL e um jato executivo Embraer Legacy 600 da Excel Aire que a trouxe à tona, e agora agravada pelo franco despreparo das grandes companhias aéreas nacionais em absorver o rápido crescimento da demanda e a lacuna deixada pela VARIG, ameaça repetir-se no setor marítimo.

Na última quinta-feira, dia 21 de dezembro, por pouco não assistimos ao choque entre dois navios de passageiros de grande porte - MSC Armonia e Costa Fortuna - fundeados em Búzios. O incidente só não alcançou proporções mais graves devido à perícia e ação rápida das tripulações de ambas as embarcações, que segundo testemunhas que assistiram e acompanharam em rádios VHF, chegaram a estar a poucos metros de distância. A causa imediata do quase acidente foi um vendaval ocorrido na noite do dia 21 - o chamado vento noroeste, temido por quem navega na região devido à sua força e imprevisibilidade -, que arrastou um dos navios em direção ao outro. Mas o incidente não teria ocorrido sem que outra causa contribuísse para tal : o número excessivo de navios fundeados simultaneamente em frente à Praia da Armação. A carta náutica local sugere, como medida de segurança e para facilitar a logística de embarque e desembarque de passageiros e seu atendimento pelo receptivo local, o fundeio simultâneo de no máximo três navios, com pontos de fundeio específicos e calculados para garantir a segurança dessas embarcações. Nesse dia, já se encontravam em Búzios os navios MSC Armonia (fundeado desde a noite anterior), Blue Dream e Grand Voyager. Autoridades marítimas teriam autorizado o fundeio de um quarto navio, o Costa Fortuna, contrariando as recomendações estabelecidas.

Não é nosso objetivo apontar culpados, especialmente porque a Providência Divina permitiu que um acidente não chegasse a se consumar, mas sim trazer a público a necessidade urgente de um maior planejamento de escalas de navios, evitando, assim, o acúmulo de embarcações em um mesmo dia e a ociosidade do porto em outro. Faz-se necessário um trabalho conjunto entre a ABREMAR - Associação Brasileira de Representantes de Empresas Marítimas -, a Brasil Cruise - Associação Brasileira de Portos Turísticos -, autoridades marítimas e secretarias de turismo, agentes marítimos, portos não associados à Brasil Cruise e entidades não-governamentais como a Sociedade Náutica Brasileira, a fim de se discutir a melhor distribuição de escalas entre os portos brasileiros.

Uma programação bem definida e otimizada trará benefícios não apenas à segurança das embarcações e seus passageiros e tripulantes, mas também à logística operacional - principalmente em destinos como Búzios, Ilhabela e Cabo Frio, onde o embarque e desembarque de passageiros é feito através de tenders (lanchas dos próprios navios), aumentando consideravelmente o tráfego de embarcações ao redor dos pontos de fundeio -, e ao receptivo e comércio local. Escalas melhor distribuídas garantem aos destinos um bom volume diário de turistas, permitindo também um melhor atendimento ao turista pelo comércio local - incluindo bares e restaurantes -, que não ficaria sobrecarregado com a concentração excessiva de navios na cidade num dia ou ocioso com a falta desses navios em outro.

Esperamos despertar a consciência de todos os envolvidos com o turismo marítimo para a urgência em se discutir essa questão. Espaços para debates não faltaram em 2006 : além da Feira das Américas (ABAV), realizada em outubro passado, tivemos o Cruise Day, o I Fórum Nacional de Turismo Aquaviário (do qual, infelizmente, as cruise lines não participaram, embora tenham sido convidadas) e encontros nacionais e regionais da BRAZTOA. No verão 2007 / 2008 teremos mais e maiores navios. A hora de se chegar a um consenso é agora, quando a programação desses navios ainda está sendo desenhada.

Daniel R.Carneiro
Cruising On Line
Editor

Publicado originalmente no Cruising On Line :

(São Paulo) 29/12/2006
Marcos Medeiros de Andrade Mazzolla
Empresário do Setor Logístico

A Imprensa do Rio de Janeiro publicou a foto anexa, em primeira página. Sem dúvida "uma imagem vale mais que mil palavras". Agora temos uma série de dúvidas sobre as questões que podem ser levantadas, antes que aconteçam acidentes e não incidentes, como foi no caso do Sistema Aéreo. Todo mundo sabe que o Sistema foi afetado pela tragédia, amplamente noticiada, e pelos sucessivos problemas que transformaram em caos uma área que era reconhecida, internacionalmente, como um dos principais destaques do Brasil: a organização da Aviação Comercial. Nossa atividade logistica hoje está profundamente afetada e poucos são os que avaliam os prejuízos que essa situação está causando aos negócios que dependem da Aviação.
Tomei conhecimento dos trabalhos do Fórum e das discussões sobre o Turismo Aquaviário. Minha empresa está preparando um estudo de mercado para investimentos no setor e fiz pesquisas me valendo das palestras. Não é hora do Fórum Nacional de Turismo Aquaviário tratar do assunto dos riscos dos cruzeiros, já que agora isso já é do conhecimento público? Por que só serão feitas discussões técnicas, se o público já tomou conhecimento, através da Imprensa, antecipando uma possível situação dramática para as famílias que procuram o lazer a bordo desses navios? Acho que as atrações devem continuar, tanto em terra quanto no mar, mas sob o controle das autoridades federais, estaduais e municipais, pois uma negligência pode transformar em pó um mercado que mal começou a render frutos para o turismo brasileiro. Será que as tripulações desses navios, que são todos estrangeiros, conhecem bem as nossas costas, as regras, os ventos e correntes, ou será que eles vão dar, depois, alguma desculpa, como os pilotos americanos do Legacy? Afinal, posso mandar minha família fazer um cruzeiro em Búzios?
M. Mazzolla
Empresário


Segundo a notícia, esses dois navios...isso mesmo, são dois navios se vocês observarem bem, quase colidiram durante uma manobra em Buzios, no litoral do Rio de Janeiro.
Um deles, o Costa Vitória, é visto de frente e o outro está bem próximo como se vê.
Isso teria sido resultado de um vento muito forte no local onde estavam fundeados quatro navios, quando só há espaço para três. Os passageiros a bordo dos dois navios devem ter sentido um frio no estomago, de tão perto foi a manobra.
Como se observa, se uma tonelagem dessa se encontrasse, não seria apenas para tirar tinta. As linhas dos camarotes e dos barcos de salvamento teriam sido atingidos, com danos materiais muito grandes. A natureza dos ventos na costa brasileira e as correntes marítimas do litoral exigem a prática de profissionais brasileiros nas pontes de comando. E as autoridades em cada cidade não podem deixar que as coisas aconteçam para depois acertar.   

(Salvador) 5/12/2006
Geraldo Faria da Silva: Agente de Turismo
"Entrei no Site do Fórum de Turismo Aquaviário quando pesquisava sobre Cruzeiros Marítimos e descobri uma série de pontos positivos e outros nem tanto, nesse momento em que está em franco crescimento essa indústria no Brasil.
Espero que possa contribuir de algum modo, pois aqui em Salvador a área do Turismo Náutico está bem desenvolvida com as atividades que vem sendo desenvolvidas com o apoio do Estado.  O Centro Náutico é uma realidade. No entanto, em relação aos Cruzeiros Marítimos, ainda há muito o que fazer para poder receber adequadamente os turistas.
Se fosse o caso, gostaria de sugerir que o Fórum pudesse acontecer aqui por Salvador, pelo meno uma vez nesse próximo Verão, para que os temas dos Cruzeiros Marítimos pudessem estar focados e divulgados por quem pode falar deles: os armadores e operadores desses navios que estão chegando cada vez maiores.  O litoral da Bahia tem oportunidades desde seu limite norte até seu limite sul, com paisagens e cultura em cada uma das cidades da costa.  Só falta programar esses navios e conversar com os prefeitos para os pacotes se tornarem vendáveis logo.
Fica então minha proposta para que se escolha um local em Salvador e que os prefeitos dos municípios litorâneos sejam convidados para participar do Fórum.
"
Geraldo Silva
Agente de Turismo
(Cabo Frio) 26/11/2006
Ricardo Santos: Marinheiro
"Trabalhei  numa escuna no canal do Itajurú antes do acidente do Tona Galea que marcou a vida de muita gente, inclusive a minha. É que é muito fácil falar que o marinheiro isso, o marinheiro aquilo, mas vai lá, enfrentar o dia de quem tem que pegar na faina, fazer cara bonita para o passageiro, encantar o turista e pagar as contas de casa com o salariozinho da baixa estação. Meu treinamento, depois da carteira da Capitania foi direto na prática, pegando só o pesado, deixar uma embarcação limpa, com todo o conforto, todo santo dia, e ainda atender os maus tratos de um ou outro dono de barco que acha que somos escravos? Não vale a pena... Tem que ter curso, também é prá dono de barco.  Tem muitos que só querem faturar, sem pensar na manutenção e quando o estaleiro diz que precisa isso ou aquilo, o mais barato é o melhor.  Claro que tem muita gente boa e que trata com carinho dos barcos.  Esses nem sempre crescem e os marinheiros ficam pouco tempo com eles, pois só Deus sabe a pressão que sofrem dos outros...
Gostaria de fazer alguns dos cursos que foram apresentados nas palestras, mas só se for em Cabo Frio. como faço? "

Ricardo
MAC
(São Paulo) 19/11/2006
Marcelo Pereira Bustamante: Operador de Turismo Náutico
"Lamento que a professora Catarina Victória tenha passado tanto sufoco quando vai ao mar. Será que ela escolheu corretamente as operadoras com quem navegou? Cada embarcação tem o tripulante que merece e o turista que não dá para escolher, mas numa coisa dá para concordar: é difícil chegar ao final de um ano com a mesma tripulação.  Se o cara é bom os outros levam, até navio já levou meus melhores marinheiros, em Ilha Bela. Se o cara não serve, prá que ficar com ele. O caso é que custa assinar carteira, treinar, mandar embora, essas coisas. Então, penso que se a Catarina não quer fazer seu coração ficar apertado na hora do vento forte, aconselho a gritar por mais tripulantes treinados, que todos nós vamos aplaudir. aliás, se o Fórum é Nacional e puder fazer alguma coisa aqui por São Paulo, prefiro que vá treinar a turma de Ilha Bela primeiro, pois tem gente grande precisando muito..."
Marcelo
Operador de T.Náutico.
(São Paulo) 12/11/2006
Catarina Victória Andrade e Souza: Professora
"As Palestras do 1º Fórum deveriam ser apresentadas também em São Paulo, principalmente aquelas em que são abordados os temas do Turismo Náutico.  O São Paulo Boat Show custuma ter uma parte importante dos temas de segurança, mas nada como os que estão apresentados no site do Fórum. Creio que é preciso ainda levar esse conhecimento às tripulações dos barcos que trafegam o verão todo com milhares e milhares de passageiros, fazendo algumas vezes coisas imprudentes e que são do desconhecimento dos turistas. Seria oportuno, também, criar um quadro de tripulantes com uma formação própria para o atendimentos desses turistas, sabendo que os marinheiros nem sempre tratam as pessoas como devem. Já passei por situações num local muito bonito, chamado Itacuruçá, no litoral do Rio de Janeiro que por pouco não virou tragédia como no caso de Cabo Frio.  Em Laguna, em Santa Catarina, onde minha irmã mora, também passei uma situação dramática por causa dos ventos e do mar, sem saber se ia chegar de volta. Acho, portanto que isso é geral e a Marinha tinha que cuidar mais disso."
Catarina Victória
Professora
(Rio) 8/11/2006
Pedro Henrique Villela: Estudante de Turismo - último período
"Tomei conhecimento do Fórum na minha Faculdade e lamentei não ter comparecido, pois estava em provas.
Depois entrei no site do Fórum e li várias das palestras que acontecerão lá.  Realmente, se elas pudessem ter acontecido em outra ocasião ou até na própria faculdade, tenho certeza que acrescentaria muito ao curriculo do formando, como eu.
Quero ver se no próximo consigo comparecer, ou se dá para uma das palestras ser feita na faculdade para todos os alunos interessados em Turismo Aquaviário.
Espero ser atendido e vou conversar com meus professores para isso acontecer na programação do Verão do ano que vem, pois aqueles cursos rápidos dão para o aluno ter contato com muita gente no mercado de trabalho"
Pedro Henrique
Estudante de Turismo.

(Rio) 6/10/2006
Sandra Regina Lopes: Autônoma Representante Comercial
"Os assuntos tratados no I Fórum de Turismo Aquaviário, foram de suma importância para a minha requalificação profissional.
Eu como Pedagoga, hoje dou minha contribuição para o desenvolvimento do turismo sustentável em nosso país.
E só tenho a dizer que os temas debatidos no Fórum acrescentaram muito na minha vida profissional.
Durante uma das apresentações, relacionadas ao turismo náutico, sobre os acidentes ocorridos e impactos, nos fez repensar em nossa prática de forma mais consciente e a investir em novos programas de treinamento.
É o que se vê na proposta apresentada após esses três dias de Fórum.
Uma proposta de treinamento, qualificação profissional, que mostra o quanto nos preocupamos com a qualidade dos serviços neste setor.
Posso dizer que a metodologia, e programa do curso de turismo náutico, mostra muito claro esse pensamento.
Pois vê-se a preocupação com a qualidade, a saúde, meio ambiente e segurança industrial (QSMS), em formar profissionais aptos a atuarem neste segmento do Turismo."
Sandra Lopes
Especialista em educação, atualmente investindo para o desenvolvimento do turismo sustentável.

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