A Comissão Organizadora
já recebeu, dentre outras, as
seguintes contribuições:
- Há falta
de integração do modal aéreo, dos grande centros
para o interior?
- Essa falta repercute na conexão do modal aéreo com o
modal rodoviário e aquaviário?
- Essa falta repercute na atividade turística?
- De que modo?
- Com que intensidade?
- Como pode ser medida?
- O Plano Nacional de Turismo, que foca a multiplicidade brasileira,
é afetado pela falta de integração dos modais?
- A regionalização proposta no PNT está
contemplada pelos programas de regionalização das
empresas aéreas?
- Como as empresas aéreas adotam o PNT?
- Existe um plano da ANAC para as Empresas de Transporte Aéreo
Regional?
- O RVSM já está adotado por 100% dos operadores?
- Quais os riscos do RVSM?
- A operação RVSM, permitindo reduzir a
separação de 2000 para 1000 pés torna o vôo
em rota mais eficiente, mesmo com os equipamentos antigos?
- A CARSAMMA monitorava o sistema por ocasião do acidente da Gol
com o Legacy?
- A CARSAMMA continua monitorando o Sistema?
- Falha na operação RVSM pode ter contribuído para
o acidente?
- Como estava sendo feito esse monitoramento na ocasião do
acidente?
- A altimetria e suas correções, ou falta delas, podem
ter contribuido para a colisão das duas aeronaves?
- Qual a rota SJ-BSB definida no PLN do Legacy?
- Podemos voltar
à
carga na questão das obras nos aeroportos?
- Certas obras são inúteis ou não
prioritárias, como a expansão do SDU?.
- Por que certas obras permanecem inacabadas como o TPS2 do
Galeão e os
"AeroShoppings" do SDU e de Congonhas?
- A
licitação da obra do TPS2 do Galeão sai mesmo em 3
meses?
- Se uma das
maiores fontes de renda dos
aeroportos são os "AeroShoppings", então por que os
desses dois aeroportos não
foram concluídos até hoje?
- Pode haver
redistribuição de empresas
nos terminais do Galeão?
- Já que a VARIG agora pertence à
GOL, por que as duas não operam no mesmo terminal (TPS1)?
- Compartilhar operações não é mais
econômico?
- Se são poucas as operações da VARIG no GIG,
porque considerar que sua vinda tumultuaria o TPS1?
- As nacionais Ocean-Air e Webjet permanecerão no TPS1?
- American Airline e Air France possuem acordos operacionais
(code-share) com a TAM?
- Caso haja transferência da
VARIG para o TPS1, as internacionais com aviões de maior porte
poderiam ser
transferidas para
o TPS2?
- Air France,
Iberia,
American Airlines, Continental, Delta e British Airways seriam
transferidas?
- Essa transferência não facilitaria as conexões?
- Se as duas outras norte-americanas forem também para o TPS2
(Continental e Delta) isso não facilitaria os procedimentos de
imigração?
- O TPS1 poderá ficar restrito aos vôos internacionais de
pequeno curso (Aerolineas
Argentinas, Pluna, LAN, COPA) e aos vôos charters?
- As latino-americanas Aerolineas, LAN, TACA, LACSA, PLUNA e as
africanas TAAG poderiam ficar todas no TPS1?
- O setor vermelho do TPS1 é uma
área sub-utilizada?
- Poderia receber os charters,
vôos de homologação e de testes?
- Existe algum projeto para criar e
manter, ali, um escritório da ANAC?
- Seria interessante ter ali um posto da Receita Federal,
exclusivamente para os procedimentos burocráticos?
- O setor poderia servir para entrega e devolução de
aeronaves e recepção de delegações oficiais
estrangeiras que não utilizem a Base Aérea?
- Projeto do setor poderia ser feito
sem balcões fixos de companhias regulares?
- O setor vermelho poderia ser operado exclusivamente pela INFRAERO?
- O setor poderia ter espaços cedidos às companhias
não-regulares somente durante o período de seu
atendimento?
- O TPS2 merece um terraço
panorâmico, semelhante aos 3 existentes no TPS1.
- Isso não atrairia público para a praça de
alimentação a ele adjacente?
- É válido o exemplo do Air Café do TPS1, que
é frequentado não só por passageiros, mas por
parentes e amigos destes e por entusiastas da aviação?.
- Como fazer para
ocupar os espaços ociosos no Aeroporto
Santos-Dumont?
- Os vôos entre
cidades dentro do Estado
do RJ, entre capitais e
cidades de porte, com até
1000km de distância, poderão ser
liberados para jatos de
até 100 assentos (EMB-145, 170 e 175)?
-
Como obter
melhor aproveitamento dos aeroportos do interior?
- É possível integrar o embarque de passageiros de
cruzeiros marítimos em Cabo Frio e Búzios, com
passageiros trazidos de avião pelo
aeroporto de Cabo Frio?
- A
utilização adequada dos espaços ociosos dos
Aeroportos seria uma forma de estimular a compra dos jatos EMBRAER
pelas companhias
aéreas nacionais?
- É possivel a consolidação de uma
indústria aeronáutica no RJ?
- É viável aproveitar a expertise tecnológica do
pessoal da VARIG, VEM, GE-Celma, IME, universidades UFRJ, PUC, UERJ,
etc?
- É possível aproveitar
a infra-estrutura do Galeão?
- É possível aproveitar a maior pista pública do
Brasil, a 10-28, com 4.000m,
só perdendo para a da EMBRAER em Gavião Peixoto, que tem
5.000m?
- É possível aproveitar a proximidade
de portos e rodovias, etc, montando uma logística adequada para
a construção e exportação de peças?
- O governo do Estado pode dar Incentivos Fiscais para a vinda de
empresas do setor
aeroespacial para o RJ?
- É possível conceder Incentivo à
Hidroaviação de Turismo?
- Como criar linhas de Hidroaviões entre Rio-Búzios,
Rio-Angra, Rio-Cabo Frio,
Rio-Parati, etc.?
- Como dar Incentivo à criação de uma mentalidade
aeronáutica?
- É possível obter maior presença da cultura
e da história aeronáutica nos aeroportos?
- É viável o aproveitamento de
espaços nos terraços
panorâmicos?
- É possível utilizar nesses espaços
exposições permanentes ou
itinerantes do Museu Aeroespacial,
do Museu Asas de Um Sonho - da TAM?
- Como aproveitar o potencial de quaisquer outras entidades
interessadas em promover a história da aviação?
- Como valorizar os aficcionados, para que os entusiastas da
aviação
não sejam vistos como uma ameaça, e sim como parceiros?
- É possível fazer no Brasil como têm feito os
Aeroportos ingleses
que vêm cadastrando "spotters" (fotógrafos de
aviação)?
- Existe aqui no Brasil um plano de segurança que permita que
esses "spotters possam operar
como
colaboradores da segurança aeroportuária?
- Uma seleção e cadastro, além de treinamento os
tornariam conhecidos e conhecedores
das rotinas dos aeroportos?
- No treinamento poderia ser incluído o como e quando deveriam informar
às autoridades aeroportuárias sobre quaisquer
anormalidades?
- É possivel comparar esses "spotters" com uma iniciativa
parecida já tenha sido tomada pela PM do RJ?
- A PM do RJ já cadastrou
aposentados em
Copacabana, que da janela de suas casas, com binóculos,
informavam à Polícia
ocorrências no bairro?
- Quais os resultados desse programa? Poderia ser reutilizado nos
aeroportos, com os "spotters" brasileiros cadastrados?
Conjuntos
em Análise para formação de Subsistemas,
extraídos das Questões acima encaminhadas:
Integração
de Modais
|
Integração
com PNT
|
Plano
Setorial da ANAC para Aéreas Regionais
|
Aberto
|
Avaliação
do RVSM
|
Relação
do RVSM com Equipamentos
|
Aberto
|
Aberto
|
Obras
aeroportuárias
|
Ocupação
de espaços em aeroportos
|
Malha
Aérea Interior
|
|
Indústria
Aeronáutica
|
Infra-estrutura
e apoio do RJ
|
Aberto
|
Aberto
|
Segurança
|
Aproveitamento
de Aficcionados
|
Aberto
|
Aberto
|
Como
se observa, faltam muitas questões e você pode contribuir
com várias delas. Colabore mandando as suas.
Veja aqui outras
questões que também já chegaram
como colaboração (clique aqui).
Todas
serão bem vindas, pois ajudarão a qualificar a
Aviação Civil Brasileira