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(Rio de Janeiro,
28/04/2008) - A segunda das nove
reuniões mensais que compõem
o Seminário Nacional de Aviação Civil ocorreu nesta
quinta-feira, 28 de
março de
2008, no Auditório Silvio Pedroza da CNC -
Confederação Nacional do Comércio, no Rio de
Janeiro.
Se na
reunião inicial de Março haviam sido debatidas as
primeiras propostas e
alternativas para o desenvolvimento da Aviação Civil
Brasileira, a reunião de Abril abriu espaço para a
discussão do impacto da Crise Aérea na Hotelaria,
além de ter permitido a todos os presentes entenderem a
relação entre as dificuldades atuais da Marinha Mercante
Brasileira e essa mesma Crise da Aviação, hoje adotando
contornos de repetição dos mesmo erros passados.

Oswaldo
Trigueiros Jr
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Na abertura da
Segunda Reunião, feita pelo
Presidente do Conselho de
Turismo da CNC, Oswaldo Trigueiros Jr. lembrou que "os
participantes do Seminário
Nacional de Aviação Civil,
promovido pelo Movimento Asas da Paz, reuniam-se para ouvir
as palestras nele contidas e debater os temas com vistas à
apresentação de propostas para a melhoria da
Aviação Brasileira."
Lembrou também que, "sem
dúvida, de 2006 ao início de 2008, o país
atravessou um dos seus piores momentos, em relação
à Aviação Civil, não apenas do ponto de
vista da sua economia, mas, principalmente, no que diz respeito
à imagem de sua organização."
Para Trigueiros, "recém terminara a
administração
militar do DAC - Departamento de Aviação Civil. E a
gestão administrativa, em transição para a ANAC -
Agência Nacional de Aviação Civil, ainda buscava
adotar medidas estruturantes, para poder funcionar como lhe determinava
o Estatuto de sua criação."
E prosseguiu " - Historicamente, no
entanto,
repetiam-se fatos que em
nosso país, pleno de potencialidades, mais deserviços
trouxeram do que a atitude de aplausos que todos gostaríamos de
manifestar.
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O
Presidente Trigueiros, alertou: "O
Seminário Nacional de Aviação Civil, que
reúne
a todos os aqui presentes, é uma forma serena de debater os
temas que a todos
empolgam, pelas situações particulares e individuais nele
envolvidas.
São
experiências vivenciais que despertam
emoções, às vezes incontidas, mas aqui
convergentes com a sabedoria dos que
também já viveram momentos marcantes de todas essas
histórias e que sempre
fizeram do Brasil, um país do futuro."
O Presidente do
Conselho de Turismo da Confederação Nacional do
Comércio, Oswaldo Trigueiros Jr. ainda lembrou a todos: " -
Tenho
a certeza de que estamos vivendo hoje o
momento da resposta franca aos Jovens brasileiros que aqui acorrem, ou
que
desta reunião do Seminário venham a ter alguma
notícia. Destas questões debatidas surgirão as
respostas
que mostrarão a imagem real de uma Aviação que se
quer ter.E
então todos poderão
dela participar ativamente,
ou dela depender com confiança, ou ainda, dela se servir com
tranquilidade."
E conclamou: " - Porque jovens como vocês, que acreditam no
Brasil de uma
Aviação que sempre trabalhou por sua
Integração, como território nacional,
saberão fazer as bases para uma Nova
Aviação Civil Brasileira."
Mas alertou Trigueiros: " - Cabe, portanto, aos palestrantes e
debatedores,aos participantes e
especialistas aqui presentes, que se pretenda, ao
longo do Seminário, mais que uma resposta, uma
orientação,
para que a um tempo, juntos,possamos pousar em nosso Destino, com a
tranquilidade da Missão
cumprida."
E antes de concluir declarou: " - Cumprimento a todos, desejando um Bom
Vôo. Sejam Bem-vindos a bordo! E bons trabalhos."
Oswaldo Trigueiros Jr. concluiu: " - Passo
a palavra ao Palestrante, Dr.Álvaro Bezerra
de Mello, solicitando antes que o Moderador, Dr.Luiz Brito Filho assuma
a condução dos trabalhos neste período. Com
a palavra o Dr.Luiz Brito."
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Dados sobre o
Primeiro Palestrante
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Ao assumir a condução dos
trabalhos da primeira parte da Segunda Reunião do
Seminário o Conselheiro Dr.Luiz Brito fez uma
apreciação
preliminar sobre a importância do Seminário que reunia,
naquele instante, as figuras de dois Álvaros de grande
experiência: o Dr.Alvaro Bezerra de Mello, da Hotelaria, e o
Comandante Alvaro José de Almeida Júnior, da Marinha
Mercante.
Ressaltou
também, como já havia colocado em sua palestra
de 28 de março, "que era necessária uma reflexão
como aquela que seria feita, para que num futuro próximo
não tivessemos que procurar ouvir as histórias da
Aviação Brasileira apenas no MUSAL."
Em
seguida, fez a apresentação do palestrante,
ressaltando que "Álvaro
Bezerra de Mello nasceu
em
Pernambucano, bem no início da década de 30 e veio
terminar seu curso ginasial
no Colégio São Bento, aqui no Rio de Janeiro."
Luiz Brito lembrou que o
Dr.Álvaro Bezerra de Mello "estudou na Phillips Exeter Academy,
em
Exeter, New Hampshire. e na Universidade de Harvard, em Cambridge,
Massachussets, Estados Unidos, onde se formou em Economia em 1954."
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Luiz Brito Filho
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| Seguindo na apresentação,
Brito ressaltou que "logo
após
seu retorno ao Brasil, e
já como economista, o executivo Álvaro Bezerra de Mello
iniciou sua carreira no
Grupo Othon, naquele ano de 1954. Começando
na área têxtil, ocupou
vários cargos nos negócios da familia, incluindo a
posição de Diretor Executivo
de Hotéis Othon, onde atuou por mais de 40 anos e de Presidente
da empresa. |
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Referindo-se às
representações do palestrante Luiz
Brito frizou: "- Desde
então, Álvaro Bezerra de
Mello integrou diversas entidades de classe, como a SATO – South
American
Travel Organization, que presidiu entre 1965 e 74, e a AHT –
Associação de
Hotéis de Turismo, que presidiu de 1994 a 97. Em 2002 foi
indicado ao
Prêmio
Grand Prix - Caio, como a "personalidade do trade de turismo".
Além da
presidência do Conselho do
Grupo Othon e presidente da ABIH-RJ, de 1998 a 2001, acumulou as
funções de
Diretor de Relações Internacionais da ABIH Nacional e de
Membro do Conselho de
Turismo da Associação Comercial do Rio de Janeiro."
Antes de passar a palavra ao
palestrante Brito lembrou também
que "o empresário
Álvaro Bezerra de
Mello tem sido chamado, no Trade do Turismo, de "O Embaixador do
Turismo" por sua pró-atividade e pelas iniciativas adotadas em
questões
relacionadas ao setor."
E conclui: "- Hoje, como Presidente da
ABIH
Nacional, conduz os destinos da mais antiga associação do
turismo no Brasil a
Associação Brasileira da Indústria Hoteleira."
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Alvaro Bezerra de Mello
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Breve a palestra do Presidente da ABIH
será transcrita.
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Dados sobre o
Segundo Palestrante
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(E) Comte Alvaro José de Almeida
Júnior
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Assumiu a condução dos
trabalhos da segunda parte da Segunda Reunião do
Seminário o Conselheiro João Flávio Pedrosa,
Presidente do Movimento Asas da Paz e da Sociedade Náutica
Brasileira, Coordenador do Seminário Nacional de
Aviação Civil.
Além
de lembrar o momento histórico que o
Seminário vivia, com a reunião dos setores
Aviação, Hotelaria e Marinha Mercante, o Comandante Pedrosa fez menção ao
trabalho que o Grupo já
havia realizado, na fase de problematização, deixando em
pauta uma série de questões que estavam sendo tratadas.
Nessa parte metodológica Pedrosa indicou algumas alternativas de
procedimentos para que as propostas fossem sempre formuladas em
caráter sistêmico, permitindo a adoção por
toda a Aviação.
Em
seguida o Presidente do Movimento
Asas da Paz fez a apresentação do Segundo Palestrante,
Comandante Álvaro José de Almeida Júnior, com uma
breve leitura de seu longo curriculum, assegurando:
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| " -
O Comandante Álvaro
José
de Almeida Junior é Capitão-de-Longo-Curso da
Marinha Mercante, fez
o Curso Fundamental na antiga Escola de Marinha Mercante do Pará
(precursora do
Ciaba), e os Cursos de aperfeiçoamento de sua carreira no
Ciaga - Centro de Instrução Almirante Graça
Aranha, culminando com
o de Capitão de Longo Curso. O Comandante tem
o Curso de Política e Estratégia Marítima da
Escola Superior de Guerra de 1986 é Doutor
em Ciências Navais, além de ter vários cursos de
Aperfeiçoamento e Extensão." |

Comte Alvaro
José de Almeida Júnior expõe
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"O
Comandante Álvaro tem quarenta e sete anos na Marinha Mercante,
sendo trinta e
cinco anos de comando nas empresas: Cia Costeira de
Navegação-Lloyd Brasileiro e Empresa de
Navegação Aliança S/A, dos quais 34 na
linha do exterior." E prosseguiu: "Ressalto", frizou o Conselheiro
Pedrosa, "que ele tem
cerca de três milhões de milhas navegadas e 6850 dias de
mar."
E prosseguiu: " - Exerce
atualmente o cargo de Presidente do Centro Capitães da Marinha
Mercante, com
sede no Rio de Janeiro. É Membro
das seguintes instituições: Associação
Brasileira de Direito Marítimo (ABDM), Sociedade
Brasileira de Engenharia Naval (SOBENA) - sendo Membro do seu Conselho
Superior, Membro do Conselho do Fundo do Ensino Profissional
Marítimo, Membro da Confraria
dos Velhos Marinheiros, Membro do Conselho Fiscal da
Associação Brasileira de
Direito Marítimo
(ABDM) e Membro Fundador da nossa Sociedade Náutica Brasileira
(SNB)."
Complementando, o Comandante Pedrosa
lembrou: " - Tem
vários artigos sobre Transporte Marítimo, publicados em
jornais e revistas
especializadas, além de inúmeros trabalhos sobre o mesmo
assunto. Participou de vários
congressos e seminários. É
também um dos Autores do Hino da Marinha Mercante Brasileira.
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E concluiu: " - O
Comandante Álvaro possui as Seguintes
Condecorações: Medalha do
Mérito Naval e Medalha do Mérito Tamandaré,
concedidas
pela Marinha do Brasil, Medalha
Pedro Ernesto, da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, Medalha
Honra ao Mérito da
Assembléia
Legislativa do Pará, Medalha Brazão D’Armas da
Câmara Municipal de Belém e Medalha
da Vitória - Concedida pelo Ministério da Defesa."
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Breve a palestra do Comandante do
Centro de Capitães da Marinha Mercante será transcrita.
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Mensagens recebidas pela Comissão de
Organização do
Seminário, encaminhadas por alguns dos participantes.
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Prezado
Comandante
João Flávio,
Venho,
mais uma
vez,
parabenizá-lo pela condução dos trabalhos
deste importante Seminário que tende a agregar
conhecimento e valores para o entendimento e
formulação de propostas para o estratégico Setor
Aéreo.
Vou
fazer alguns
comentários adicionais sobre as palestras de ontem, sempre
no intuito da "crítica" construtiva. Esteja a vontade para
dizer se devo continuar, ou não, a fazer este tipo de
comentário. Se achar positivo continuarei com o
único objetivo de agregar alguma coisa para a
formulação de uma proposta final deste Seminário.
Vou
procurar
ser
objetivo e tentar usar o poder de síntese.
Palestra
do Dr Alvaro Bezerra de Mello
Palestra de
um homem
empreendedor numa atividade que tem algumas áreas de
interesse mútuo com o Setor Aéreo.
Como Homem de
Negócios teve um discurso patriótico,
chegando até a contradizer o que o Diretor da ANAC,
Ronaldo Seroa da Motta, declarou ao jornal o
Globo de 20 de Abril deste ano:
" O país
não perde com a redução de rotas
internacionais:
- É
ruím para a empresa brasileira ,mas não é
ruim para a economia nacional porque há
geração de tráfego . A geração de
divisas vem do tráfego"
A
afirmação do Dr Ronaldo Seroa da Motta é um grande
sofisma, que poderia até ser tolerado se dito por alguém
da
área Hoteleira, mas nunca por alguém da Agência
Nacional de Aviação Civil.
O Dr
Álvaro informou que houve queda na taxa de
ocupação dos hotéis, com a saída da empresa
nacional de bandeira das rotas internacionais,
além das perdas de R$2 bi que as empresas aéreas
brasileiras sofreram para as estrangeiras anunciado pela imprensa.
É
óbvio que se é ruim para a empresa brasileira será
ruim para a economia nacional, que deixa de gerar empregos
qualificados, distribuir renda, e recolher
impostos.
Isso se estivermos apenas analisando do ponto de vista
econômico.
Minha
pergunta sobre
o valor médio de quanto cada turista gasta era para tentar
comprovar que o preço de uma passagem aérea
deve corresponder a mais de 30% da receita com o gasto de um
turista com hospedagem.
Se esta
passagem
fosse comprada numa empresa brasileira esta receita seria para a
balança comercial do Brasil.
Palestra
do Cmte Álvaro José de Almeida Jr
Realmente a
Marinha
Mercante e a Aviação Comercial são
prima-irmãs pela suas características semelhantes que
foram
muito bem apresentadas pelo palestrante com quem concordo em grau,
número e gênero.
Diferentemente
do
Setor Hoteleiro, a Marinha Mercante e a Aviação Civil
são do Interesse Nacional, por se tratar de Setores
Estratégicos do ponto de vista da Soberania
Nacional, pela importância que desempenham na Economia Nacional,
desenvolvimento tecnológico e como suportes dos poderes Naval
e Aéreo.
Não
existe solução de mercado em setores estratégicos.
Neste caso todos devem se unir na defesa
intransigente dos interesses nacionais.
Alguns
apartes que
gostaria de incorporar à apresentação do
brilhante palestrante:
Tanto o
Setor da Marinha Mercante quanto ao da Aviação
Civil:
São
intensos em Energia, Recursos Humanos e Capital.
Estas
indústrias tem efeito multiplicador na Economia.
Geram
empregos qualificados e os custos de produção
estão fora do alcance das empresas.
Transporte
aéreo é uma concessão pública. ( Imagino
que transporte marítimo também o seja).
Assim
sendo,
o Estado tem papel e responsabilidades para serem cumpridas.
Problemas
específicos do Setor, que já havíamos detectado no
Seminário que organizamos sobre o tema "A aviação
comercial e a soberania Nacional":
-
Elevadíssima Carga Tributária neste setor
17% no Brasil
contra 7,5% nos USA
Seguro de
Aeronaves
- 14% no
Brasil contra 0,093% nos USA
Custo de
Capital
- 12
anos para
pagamento no Brasil contra 20 anos para pagamento nos USA.
Sobre
as
Intervenções
Sobre
a intervenção do Brigadeiro Gandra que "todos
sabemos que
vamos morrer
e temos que adiar a morte", a respeito de que começaremos a
abertura dos Céus pela América Latina:
Prefiro ficar
com
a intervenção do comandante Élnio Borges, que
sabendo
que a
morte é um fato, se preocupa com o que deixará de legado
para os filhos, netos e futuras gerações.
Poderemos
até
fazer qualquer abertura seja lá do que for, desde que tenhamos
nos preparado para ela, o que definitivamente não ocorreu no
Setor Aéreo.
Ao
contrário
de outros tempos, iremos para essa abertura no continente fragilizados
pela quebra da maior empresa aérea e certamente vamos apanhar
até dos nossos vizinhos latinos.
Hoje a maior
transportadora de Carga Aérea, no Brasil, já não
é uma empresa Brasileira e sim a Lan Chile.
Para
finalizar,
lembro as palavras do mestre chinês Sun Tzu, no seu livro "A Arte
da Guerra", cuja leitura é obrigatória para quem
também quer a vitória em todas as espécies de
conflitos comerciais:
" Se você conhece o
inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o
resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas
não conhece o inimigo , para cada vitória
ganha, sofrerá também uma derrota. Se você
não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas
as batalhas..."
Abraço
fraterno,
Marcelo Duarte
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Caro
Comte. João Flávio,
Em
primeiro lugar, parabéns pelo Seminário e obrigado por
ter me convidado para
participar.
Minha própria e limitada impressão sobre
o evento, é que
o mesmo visa de forma ampla e no longo prazo, o desenvolvimento da
Aviação, o
retorno a uma participação maior no transporte
marítimo, uma forma mais
inteligente de o país desfrutar de seu enorme potencial
turístico e o
estabelecimento de procedimentos de segurança efetiva em todas
essas
atividades, incluindo o bem estar dos trabalhadores e a certeza de seus
direitos.
Fui
propositalmente genérico por não
ser especialista em
nenhum dos assuntos abordados.
Todavia,
meus 30 anos como comissário de bordo e minha recente e
indesejada "experiência"
com a previdência complementar, que ameaça minha
própria sobrevivência e a
de meus colegas variguianos, me levam a me dedicar a temas relacionados
com
essa questão.
Mas
é justamente nesse vetor que me sinto
capaz de colaborar com
o seu trabalho, visto que, se aquilo que genéricamente coloquei
no primeiro parágrafo se realizasse, os beneficiados
seriam exatamente
pessoas como nós,
variguianos e tantos outros trabalhadores, os empreendedores honestos e
a nação
de um modo geral.
Aproveito
para repassar ao senhor uma apresentação em Powerpoint,
sobre o que
levou a esse nosso drama e uma proposta razoável de por um fim
nesse
sofrimento. A apresentação foi feita ns
Assembléia
Legislativa do RS, em meados
do ano passado.
JC Bolognese
Apresentação
(Aerus )
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