Notícias do Seminário Nacional de Aviação Civil
(Rio, 29 de setembro de 2008) O Movimento Asas da Paz reuniu diversas peronalidades do Jornalismo e da Aviação para debaterem as questões de Ética na cobertura jornalistica dos acidentes aéreos e o papel da Imprensa no formação de uma nova Imagem desse setor estratégico para o país.
A 7ª Reunião do Seminário Nacional de Aviação Civil ocorreu nas dependências da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, CNC
Presentes, também, no auditório, estudantes de Turismo, Ciências Aeronáuticas, Gestão Aérea e de Logística e Transporte, inclusive de países amigos e que se encontram em estágio no Brasil
O Presidente do Movimento Asas da Paz, Cmte.João Flávio Pedrosa, na ausência do Presidente do Conselho de Turismo, Oswaldo Trigueiros, presidiu a reunião, que foi moderada pelo Conselheiro Luiz Brito Filho, Assessor de Assuntos Institucionais da Presidência da TURISRIO.

Segue a Íntegra da 7ª Reunião - ( transcrição taquigráfica)
SR. COORDENADOR JOÃO FLÁVIO PEDROSA – Bom dia a todos.
Em nome do Presidente do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e em meu próprio nome, na qualidade de Presidente do Movimento Asas da Paz, saúdo os participantes aqui presentes na 7ª Reunião do Seminário Nacional de Aviação Civil, promovido pelo Movimento Asas da Paz.
Cumprimento os ilustres membros da mesa de debates e palestrantes, aos quais, de imediato, agradeço a presença nesta data. Sejam bem vindos.
Sei que será uma missão difícil, mas de todo necessária, manter esses debates sobre Ética, Sigilo e Liberdade de Imprensa, com foco no desenvolvimento da Aviação, a partir da cobertura dos incidentes e acidentes aéreos.
Como Coordenador do Seminário e Presidente do Movimento Asas da Paz, usarei do privilégio de ocupar a primeira parte dos trabalhos, na ausência do representante do primeiro convidado, o CENIPA, como será esclarecido no pronunciamento.
Muito obrigado a todos os membros da mesa pela presença.
Com a palavra o Conselheiro Luiz Brito Filho, membro da Comissão Organizadora e designado, hoje, como mediador do Seminário.
SR. MEDIADOR LUIZ BRITO FILHO – Bom dia a todos.
Bom dia aos componentes da mesa.
É muito importante todo esse procedimento de escolha dos temas, que vem sendo adotado como estratégia neste Seminário, visto que há necessidade da Aviação Brasileira ser passada a limpo, ser repensada.

Isso porque nós estamos numa tremenda encruzilhada, num momento muito ruim, embora talvez não queiram demonstrar isso.
Este Seminário foi pensado há cinco anos atrás, como já havia falado na palestra que proferi na nossa primeira reunião de março.
Há cinco anos estávamos vivendo aquele momento em que a VASP, a Transbrasil, a grande Soletur e a grande Varig estavam iniciando seu declínio. As outras já tinham descido.
Mas a Varig estava apenas iniciando o seu declínio definitivo, o pouso definitivo.
Conversei com o João Flávio Pedrosa, Presidente do Movimento Asas da Paz, que já vinha nessa luta pela aviação, discutindo esse assunto em nível mundial com outros segmentos, de outros países. Ele se mostrou sensível. E foi naquele momento que tomou a bandeira.
Naquela ocasião, como Assessor da Secretaria de Estado de Turismo conversei com alguns órgãos do turismo, inclusive com a ABAV.
Era preciso que fizéssemos essa discussão.
Afinal, tantos anos depois, a discussão está sendo feita aqui, desde março, e de uma forma elevada, com a participação de pessoas e entidades que, realmente, podem falar pela Aviação Brasileira.
Aqui se fazem representar instituições importantes e não, apenas, aqueles intitulados "especialistas", que nós vemos muitos por aí pela nossa mídia.
Já em 2007, fui introduzido nesta Casa como Conselheiro, e tornamos a falar sobre o assunto e todo o trauma do problema Varig. Conversando, mais uma vez com o nosso amigo o Comandante João Flávio, numa das reuniões do Conselho de Turismo da CNC ele então disse: Brito, este é o momento. E mais: por que não no Conselho de Turismo? Claro: por que não na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, no Conselho tão bem dirigido, tão bem pilotado pelo aeronauta, aeroviário e grande homem da aviação brasileira que é Oswaldo Trigueiros?
Não seria outro lugar melhor do que esta grande casa do comércio brasileiro, para a discussão de um tema tão importante para todos nós deste país.
Então, naquele momento, o Dr. Oswaldo Trigueiros, como homem sensível a tudo aquilo que é, realmente, de importância, tomou em suas mãos o assunto e fez com que o Comandante João Flávio pudesse trazer para esta casa este Seminário. Seminário este que vem se desdobrando e demonstrando a sua importância.
Assim como, acredito, através dele é que vai se ver mais lá na frente o resultado da atuação das pessoas que por aqui passaram.
Além de podermos já ver parte das respostas às questões provocadas pelas discussões, que se vem prolongando até pela Internet, se materializarem em alternativas para apoio das decisões das nossas autoridades.
A busca dessas soluções foi o objetivo do Seminário.
A adoção das soluções deve ser o objetivo de todos os envolvidos.
Então a Aviação brasileira necessita, na nossa visão, e de uma vez por todas, deixar de ser casuística e conjuntural.  Ela precisa ter o aspecto estrutural, definitivo, para que então as pessoas, que se envolvam nesse setor, inclusive os investidores, possam acreditar naquilo que é colocado.
É impossível se trabalhar qualquer assunto, quando se troca a cada momento o dono da caneta, o qual sempre tem uma visão diferete daquela de seu antecessor.
Nós temos que estabelecer normas definitivas, para que a Aviação não possa ficar dependendo de pessoas, de homens, que são falhos, logicamente, como todos nós. Mas que seja sempre estudado cada passo e assim, quando e se aplicado, que seja definitivamente mantido.

Agora já temos aí os problemas do nosso sistema aéreo.
Já temos o nosso grande aeroporto Santos Dumont, essa beleza, a jóia da coroa.
Em 2003, é conhecimento de todos, houve uma grande corrente entre estado, município, união, a sociedade organizada, para que o Galeão retomasse os seus vôos, para que tivéssemos, realmente, aquele gigante adormecido e voltasse a acordar, a despertar.
Galeão estava em torno, em 2003, cinco milhões e cem mil passageiros ano enquanto o Santos Dumont chegou a cinco milhões e trezentos mil. É inadmissível uma situação como essa.
Eram em torno de 20 mil empregos caiu para cinco mil empregos. Então, naquele trabalho que foi feito e com a participação do nosso Brigadeiro Godinho, Allemander e várias autoridades na época, o Galeão passou novamente a ter o seu fluxo de vôos, embora ainda não atendido como hub; ainda não temos a situação do Aeroporto do Galeão como hub.
Não é considerado porque os grandes vôos internacionais, primeiro, eles passam por São Paulo e ali é feito justamente esse hub.
Agora se fala, novamente, em colocar vôos de centro para o centro, como se o nosso Galeão não tivesse praticamente no centro da cidade.
São poucos aeroportos no mundo que tem uma posição como o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.
E nós estamos vendo já, em nível de autoridades, dos entendidos, já falar o retorno de vôos para o Aeroporto Santos Dumont. Belo Horizonte, algumas outras capitais brasileiras.
Eu acho que esse seminário foi feito justamente para que se discuta, e não deixe somente para essas pessoas que têm o “conhecimento” e também a especialidade, que às vezes só passaram pelo aeroporto embarcando como passageiro com a malinha na mão. Não sabe que aquele pássaro de prata, que está parado ali, prateado, ali no pátio, por trás daquilo tem uma série de injunções, uma série de problemas e uma série de necessidades de conhecimento.
Eu parabenizo aqui os alunos da Estácio, e inclusive os nossos irmãos angolanos, por estarem aqui conosco.
Vocês já estão pensando, com toda certeza, no seu próprio país. Vocês estão querendo levar ensinamentos, aprendizado. E é assim que se faz, para que não aconteça, com vocês, o que acontece às vezes conosco: de darmos um passo para frente e três para trás, porque sempre se depende da caneta.
Vocês estão numa caminhada de recuperação e de desenvolvimento, com certeza vocês vão chegar lá...
E nós estamos precisando de um país em que alguém fale pelo estado brasileiro, pela sociedade brasileira e não pela classe política brasileira, pelas injunções e ou pelas coligações partidárias.
No momento em que convocamos aqui pessoas ligadas ao jornalismo, quero enaltecer esse setor importantíssimo da sociedade brasileira que é a imprensa. Não fosse ela, quantas coisas estariam engavetadas, guardadas. É o jornalista que, diuturnamente, está nas ruas, perdendo o seu sono e as madrugadas, para levantar a realidade e a verdade. Ele trabalha duro para que a sociedade possa, então, saber o que está acontecendo.
Eu saúdo aqui os componentes da imprensa.
Saúdo também, como membro desta comissão, o nosso Nilson Guilhem Guilhem e o Jair Duarte, da FAC - Flex Aviation Center.
Tivemos a lembrança de chamá-los, porque é necessário que saibamos que essa grande empresa, que vai sair da FLEX, com toda certeza, porque tem por trás de si a grande VARIG.
E vou segredar a vocês uma coisa aqui, já que pode ser tornada pública: o sonho era que um dia aquele corpo que se desmembrou do espírito Varig volte a ocupar o mesmo espaço.
Esse era o caminho do transporte aéreo brasileiro.
Foi aí que nós perdemos o grande norte.
Todos viram, no noticiário da Imprensa, informando do grande prejuízo que as empresas aéreas tiveram ano passado. E aonde é que bate a falta da Varig? Pensavam que com a retirada da Varig o mercado tomaria outro rumo e estava compensado.
Não, ficou descompensado.
Nós vamos fazer um pequeno balanço do que aconteceu nesse Seminário, da onde nós viemos, onde nós estamos e onde pretendemos chegar.
No dia 27 de março foi inaugurado com uma brilhante palestra do nosso amigo e Ministro Mauro Gandra. Ele nos brindou com uma palestra muito importante em nível de aviação brasileira, de conhecimento que ele possui, com toda certeza.
Nós procuramos, também, passar um pouco, na segunda palestra, um pouco da história da aviação brasileira, inclusive com aquele grande personagem que se chamou Varig S/A, Viação Aérea Riograndense, mas sem ser uma peça de museu; colocamos, justamente, no tempo e no espaço, o que aconteceu e o que iria acontecer. Até naquele momento colocamos o seguinte: se nós não tomarmos uma posição aqui e agora, nós sabemos, vão ser justamente peça de museu, lá no Musao, no Campo dos Afonsos. Nossos filhos, nossos netos, estarão revendo aviões da Pan Air do Brasil, da Vasp, Transbrasil e Varig, ali brincando, correndo dentro do Campo dos Afonsos e revendo o que foi a gloriosa aviação brasileira, que nos anos 50 conseguiu transportar quase o tanto ou quanto que a aviação americana. 
Em abril de 2008, o líder da hotelaria brasileira, Oto Bezerra de Melo, esteve aqui conosco. 
Aqui o nosso capitão, que esteve fazendo uma bela palestra também sobre a Marinha Mercante, que terminou nesse país. É o caminho que estão levando a aviação brasileira.
Depois tivemos aqui um ponto muito importante dentro do nosso Seminário, que foi a presença do magistrado, o juiz Ayub. Ele se prontificou e veio. Teve a dignidade de estar aqui conosco, para trazer um pouco do conhecimento daquilo que foi plano de recuperação da Varig, se isso nós podemos chamar de recuperação. Temos o Brigadeiro Allemander, um dos nomes brasileiros da aviação, em nível mundial inclusive.
SR. COORDENADOR JOÃO FLÁVIO PEDROSA – A partir dessa reunião, nós começamos a desenvolver uma campanha para motivar, mais ainda, a vinda de novos participantes ao Seminário e vocês vão observar que há uma seqüência lógica em cima dos temas que estavam sendo propostos. A cada reunião, nós propusemos um novo tema e desenvolvemos para isso uma campanha nesse sentido, buscando formatar uma imagem em relação não apenas ao Seminário, mas as próprias questões da aviação.

SR. MEDIADOR LUIZ BRITO FILHO – Aqui nós já tivemos o Brigadeiro Ramon. Ele deu uma aula. Faltou a presença da imprensa, para sentir da onde sai o conhecimento. Da onde rola o conhecimento. Aonde é que tem, realmente, o conhecimento nesse país? Ele teve aqui, fez uma demonstração. Alguns aqui talvez estivessem presentes, que, realmente, como é o profissional da área e como é importante que nós não esqueçamos, até nos devaneios, do nosso DAC, e vários órgãos, que acho que, apressadamente, estão sendo tirados do contexto.
Tivemos outra palestra com a professora Maria de Lourdes Rollemberg Mollo, do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília, que demonstrou aqui um conhecimento imenso sobre a economia na Aviação, coisa que não vemos muito sendo colocado.
Ela apresentou, de uma forma muito clara, como a economia da Aviação é importante dentro da economia brasileira, em especial no no turismo. Ela fez um balanço grande e mostrou números e dados. Foi uma aula incomparável.

Em 27 de agosto, céus abertos.
Céus abertos lembra Marinha Mercante... Lembra Musal. Lembra tudo isso. Por quê? Porque as grandes voadoras estão querendo voar dentro do Brasil.
Já estão chegando e aqui foi discutido.
Foram chamadas pessoas, que são experts, como o nosso brilhante Professor Respício, o José Márcio Mollo, presidente do SNEA e o Diretor da ANAC Ronaldo Serôa da Motta.
Estivemos com essas autoridades e procuramos desencapar pensamentos enrustidos, para sabermos, realmente, qual é justamente o pensamento de cada um. Foi muito importante aquele momento.
Hoje, nós estamos aqui, já em setembro.
Fizemos uma convocação à Imprensa: por isso temos o prazer de estar aqui com o nosso Ernesto Vianna do Sindicato dos Jornalistas.
do Estado do Rio de Janeiro.
Breve estaremos aqui com a Professora Carmen Lúcia Pereira da Federação Nacional dos Jornalistas - ANJ.
Aguardamos a chegada do Jomar Pereira, da área da Publicidade.
E com o nosso Conselheiro e Jornalista Gilson Campos.
O Gilson que é um nome, uma fábula, dentro da aviação brasileira e da imprensa que cobre a aviação.
Acompanhei o Gilson Campos muito tempo no Aeroporto do Galeão, quando ainda estava na Varig. Eu sei da importância dele até relação à cobertura da imprensa em alguns acidentes. Como ele atuava naquele momento... E que seria um grande professor dessa turma que hoje poderia estar aqui conosco.
Então devolvo a direção dos trabalhos ao Presidente do Movimento Asas da Paz, João Flávio, desejando que todos usufruam, junto conosco, dessa discussão, dentro do mais alto nível, sobre as questões da Ética e do Sigilo.

SR. COORDENADOR JOÃO FLÁVIO PEDROSA – Muito obrigado, Brito.
Antes de dar seqüência, pediria a manifestação de apresentação dos nossos membros da mesa, para que, em seguida, nós pudéssemos, realmente, dar seqüência à parte expositiva, com alguns dados que nortearam esse nosso trabalho no dia de hoje.
Por gentileza, Nilson.

SR. NILSON GUILHEM GUILHEM – Bom dia a todos. Muito obrigado, Presidente, muito obrigado, Brito, pelo convite. Meu nome é Nilson Guilhem, sou gerente comercial da Flex.

SR. ERNESTO VIANNA
– Eu represento o Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro, que é um pouco o entendimento a esse respeito, depois da fusão, que aconteceu em 1975, o Estado do Rio continua em Niterói e o do Estado da Guanabara passou a ser do Município do Rio de Janeiro. Então, feito esse esclarecimento, componho a mesa com muita honra e muito prazer, cumprimentando a todos os integrantes, ao Comandante João Flávio, e parabenizo pela realização desse seminário.  

    

SR. JAIR DUARTE – Bom dia a todos. Meu nome é Jair Duarte, sou gerente do Centro de Treinamento de Operações da antiga Varig e hoje Flex, tenho 26 anos lá dentro, trabalhando exclusivamente com treinamento, na parte de Gerência de Manutenção de Simuladores e depois do Centro todo.

SR. CONSELHEIRO GILSON CAMPOS – João Flávio, obrigado pelo convite. Meu nome é Gilson Campos, sou jornalista desde 1952 e hoje tenho uma página sobre aviação na Revista de Turismo e trabalhei durante 30 anos na Infraero. As histórias que eu sei, quando for possível, vou contá-las.





SR. COORDENADOR JOÃO FLÁVIO PEDROSA -  Muito obrigado, então, a todos.
Eu gostaria de fazer menção, de imediato, a próxima página desse programa de hoje.
Ali estavam aqui listados o CENIPA, Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos, que se faria representar.
A Professora Carmem Lúcia Pereira, Diretora da Federação Nacional dos Jornalistas, da Comissão de Ética da FENAJ.
O Nilson Guilhem Guilhem, gerente Comercial da Flex,  que já se apresentou, acompanhado do Jair Duarte, gerente do FAC - Flex Aviation Center.
Também o nosso Conselheiro Jomar Pereira da Silva Roscoe, que é o Presidente da Associação Latino-Americana de Agências de Publicidade, Conselheiro do Conselho de Turismo e da Associação Comercial do Rio de Janeiro.
O caro jornalista Gilson Campos, que acabou de se apresentar e o Ernesto Vianna, do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro, que também acabou de se apresentar.
Como vêem aqui neste slide, o nosso interesse também é promover neste momento o conhecimento de que faremos em novembro, ao encerrarmos o Seminário. Este troféu será atribuído a todas as pessoas que merecerem o reconhecimento da Aviação e será conhecido por Troféu Asas da Paz.
A nossa intenção ao lançar esse troféu Asas da Paz não foi premiar o marketing, não foi premiar, mercadologicamente, alguém que tenha feito apenas propaganda, ou propaganda de si ou da sua empresa. Não.
Nossa intenção é fazer o reconhecimento do mérito.
É a promoção da Aviação e de sua qualificação para todos.
Mesmo que seja apontando os erros e falhas existentes.
Ou trabalhando pelo aperfeiçoamento da forma de realizar os serviços aeronáuticos, ou da construção aeronáutica.
Ou até da cobertura dos acidentes aéreos para que nunca mais venham a acontecer dessa forma.
Isso nos trará a tranquilidade desejada, a Paz na Aviação.
Ou seja para a Aviação, como nós, do Movimento Asas da Asas, a entendemos: como um bem da Humanidade.

Então, mesmo que esteja integrado a uma ação empresarial institucional ou pessoal, nós temos que reconhecer que, algumas pessoas fazem o diferencial, seja em alguns projetos ou em algumas idéias. É algo que não se vê apenas pelo talento mercadológico que ali está envolvido, que é também importante.
O exemplo mais próximo é o de um jornalista, que penetra fundo em questões que são questões essenciais.
Que trabalha para levantar assuntos que até estavam obscuros; não que não existissem, mas que estava obscuros, para a opinião pública.
A relação entre o fazer e o divulgar é também reconhecida nesse troféu.  É importante que nós saibamos, portanto, onde entra a questão do limite.
A nossa reunião de hoje é, essencialmente, voltada para esse limite. Por isso vou me permitir, na qualidade de Presidente do Movimento Asas da Paz, ao final dos trabalhos, de repassar uma fase diferente da Aviação, que não será mais essa fase do troféu, a fase bonita, mas sim uma fase mais dura, uma fase mais seca, menos capaz de enaltecer e mais de avisar. 
Agora vou dar seqüência aos trabalhos, com a apresentação da Flex Aviation Center.
Depois da apresentação da Flex, falaremos sobre as questões da ética e do jornalismo.

Então, com a palavra o Jair Duarte da FAC.
                                 Veja aqui a seqüência da 7ª Reunião do Seminário
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