Objetivos

Objetivo Geral

O Seminário Nacional de Aviação Civil tem como Objetivo Geral buscar alternativas viáveis para a Aviação Civil Brasileira


Objetivos Específicos

Debater aspectos relevantes dos temas do momento e do futuro da AVIAÇÃO.

Debater os Planos Aeroviários Estaduais, com vistas ao enfrentamento das questões de acessibilidade do Turismo e da expansibilidade da Malha Aérea, em benefício da integração com os Municípios.

Reunir, no âmbito do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo - CNC, e junto às Federações de Comércio Estaduais, através das Câmaras Empresariais de Turismo, tantos profissionais interessados quantos possam discutir suas idéias, em confronto com as que predominam no cenário atual.

Metodologia

Durante os dias de reuniões e debates, ao longo do ano de 2009, os Participantes serão inscritos de modo multiprofissional.

A metodologia do Seminário se baseia na concentração de esforços não apenas nos debates, mas sim na apresentação das soluções, para com isso tornar práticas as alternativas apontadas.

A metodologia a ser utilizada difere das demais por se concentrar não nos entraves, que geralmente produzem apenas os debates e as polêmicas,  mas sim no equacionamento das propostas apresentadas, no detalhamentos dos processos necessários para atingir as metas preconizadas e na obtenção dos resultados a partir das bases de informações existentes, sempre que sirvam ao propósito da recuperação localizada ou sistêmica.

Procedimentos

  • Do ponto de vista dos participantes, cada uma das duas reuniões mensais do Seminário, uma na Sede da CNC no Rio de Janeiro e a outra no Estado anfitrião, deve ter por objetivo ser útil como ambiente para um debate franco sobre a Aviação e as posições atualmente adotadas pela Sociedade Brasileira.
  • Seus debates devem identificar os principais pontos que demonstram, de forma técnica, que os atuais problemas da Aviação brasileira não são isolados, nem que ocorrem por culpa de pessoas, de uma empresa ou mais, ou mesmo de um governo, seja atual ou passado, ou de apenas um de seus setores, mas sim tomam a forma de um problema sistêmico.
  • Apoiados nesses debates os participantes devem poder apontar os principais fatores para que a expansão da Aviação Comercial Brasileira, bem como da Aviação Geral e da Aerodeportiva, sejam interpretados dentro desse contexto geral do sistema e não apenas debatidos como fatos isolados, já que se interligam por inúmeras interfaces.
  • As conclusões dos debates devem incentivar os participantes a oferecer sugestões, em busca de soluções práticas, para que as questões não sejam apenas debatidas e logo esquecidas, mas que representem, isto sim, uma fundamentação positiva para a adoção das transformações pretendidas.

Debater em Grupo as Condições de Sistemas da Infraestrutura Aeroportuária nos Estados

  • Buscar os esclarecimentos sobre as condições da infraestrutura técnica, operacional e de comunicações dos aeroportos brasileiros, em cada um dos Estados, bem como de seus sistemas de controle de tráfego aéreo, determinando a relação dessas condições com a qualificação exigível das aeronaves e dos profissionais que operam no espaço aéreo.
  • Identificar e debater os projetos  de localização de novos aeroportos, principalmente os pretendidos dentro dos Planos Aeroviários Estaduais, onde  tal assunto deve ser detalhado.
  • Quantificar o potencial de atendimento dos Aeroportos, face a outros aeroportos do mundo, e considerar eventual crescimento sobre essa potencialidade, com vistas aos planos do Turismo Nacional.
  • Quantificar e debater os valores necessários à eventual construção de aeroportos novos, projetados para as três próximas décadas, seus prazos de execução, homologação e entrada em operação.
  • Discutir as causas das falhas repetidas de equipamentos já existentes, analisar as atuais especificações dos sistemas de pouso por instrumento (ILS) e as condições de grooving das pistas.
  • Quantificar a demanda dos aeroportos, pelas diferentes regiões, e os investimentos realizados pela INFRAERO.
  • Quantificar e qualificar o atendimento conquistado com o aumento do fluxo dos usuários e passageiros.
  • Quantificar a proporcionalidade dos investimentos operacionais, para Aeroportos concentradores em relação ao crescimento do fluxo e suas estimativas para os próximos anos.
Debater em Grupo as Transformações Institucionais e suas Conseqüências

  • Discutir a incidência dos Acordos Internacionais na Aviação Brasileira e as condições de sua aplicabilidade com vistas ao papel a ser exercido pela ANAC, como órgão regulador.
  • Discutir o papel da Justiça Brasileira como interveniente no processo técnico da Aviação, para exercer seu poder mandatório, através de promotores e juízes, atuando inclusive eventualmente como ascendente ao órgão regulador.
  • Debater a fundamentação do processo de criminalização dos acidentes aéreos por magistrados de primeira instância e  eventuais danos institucionais que já possam ter sido ou que venham a ser ocasionados à Aviação Brasileira.
  • Conhecer e debater a posição dos aeronautas brasileiros e estrangeiros, suas argumentações e defesa quanto à criminalização.
  • Conhecer e debater a posição dos técnicos do SIPAER, para aferir se tal influência judicial impede que os problemas que originam os acidentes aéreos venham a ser descobertos durante uma investigação e assim evitados no futuro.
  • Conhecer e interpretar como a Justiça age em outros países tais como os EUA, a França, a Alemanha e a Inglaterra, quando não se trata de um caso de clara intenção criminal.
  • Debater a participação de outros órgãos de governo, sejam do executivo, legislativo ou judiciário, nos processos investigatórios e, eventualmente, decisórios, envolvendo quaisquer tipo de pressão ou interferência sobre os envolvidos nos acidentes.
  • Debater as interferências e os processos de gerenciamento de imagem de empresas aéreas, ministérios, sistemas de investigação de acidentes aéreos, sistemas de controle aéreo, além de outros atores concorrentes.
  • Debater as interferências e os processos de gerenciamento de imagem da Aviação e do Turismo, em função dos trabalhos de cobertura da Imprensa e eventuais quebras de acordos internacionais que exigem sigilo nas investigações de acidentes aéreos.

Debater em Grupo as Estruturas Institucionais

  • Debater a possibilidade da gestão aeroportuária nos municípios ser profissionalizada e integrada a um sistema nacional de Administração Privada de Aeroportos, concorrendo com administrações externas ao país.
  • Projetar as medidas práticas e os procedimentos necessários, em todo o Sistema de Aviação Civil nos Estados e Municípios, para evitar potenciais riscos, como ocorridos anteriormente, desenvolvendo os procedimentos do SSO de forma integrada.
  • Respaldar as soluções oferecidas, através do apoio técnico e da visão de especialistas, valorizando as decisões coletivas ou representativas, que importem em significativas vantagens para os usuários e integrantes do Sistema de Aviação Civil.
Conclusões dos Grupos Reunidos em cada uma das reuniões mensais

  • Encaminhar às autoridades Municipais, Estaduais e Federais brasileiras o conjunto das soluções e decisões coletivas, apoiadas na potencialidade debatida pelos especialistas e participantes do Seminário, buscando solver as necessidades presentes e antecipar as necessidades futuras.
  • Transformar esse conjunto de trabalhos do Seminário Nacional de Aviação Civil em Documento capaz de ser útil aos diferentes interessados em seu aproveitamento, seja no setor político, governamental ou operacional, tanto da Aviação, quanto do Turismo e dos demais setores que sejam por estes afetados.

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