Se você tem a possibilidade de patrocinar um Novo Talento é a pessoa que queremos encontrar para exercer uma nobre missão: fazer da Arte Musical um Bem para ser usufruído por todos.
Hoje em dia,  abrir caminho para o sucesso musical não depende apenas do Novo Talento, nem da família dele.





Para quem se acostumou a aplaudir os grandes concertistas, não chega a ser óbvio que até eles têm que se vestir, comer e dormir.
Como também as orquestras ou bandas, que isoladamente são apenas seres humanos, como qualquer um de nós, com as mesmas necessidades, envoltas apenas no deleite da Música, um exercício profissional sim, mas quase um sacerdócio.





Mas, nem sempre em sua própria época os artistas tiveram o melhor reconhecimento na sua própria terra natal.
Por questões de sobrevivência, alguns coabitam com o poder e, passado o período ou ainda durante os processos oposicionistas, o artista se vê sem as condições de um e do outro lado.






Um dos principais exemplos dessa convivência, no período do Estado Novo, e muito criticado por esse apoio vindo do Governo Vargas, foi Heito Villa-Lobos.

Com seu talento e abnegação disseminou o estudo da Música nas escolas, criou o Conservatório Nacional de Canto Orfeônico, em 1942, e teve, em sua época, a primazia, entre os autores musicais brasileiros, de criar e sustentar uma reputação internacional.





Mas diga com franqueza:
Você investiria num compositor que escrevia peças para coro, com a inclusão de flauta, oboé, clarinete, fagote, celesta, harpa, piano e... bateria?

Um autor que vencendo as restrições especializantes de sua época, escrevesse para todos os gêneros musicais, como óperas, sinfonias, balés, concerto para piano e orquestra, quarteto de cordas, peças para piano, canções para solistas, para coro, música sacra, obras de câmara, e choros?





Ainda não está convencido de investir nesse talento? Deixaria apenas o Estado cuidar dele?
Pois no seu avanço para a época, Heitor Villa-Lobos criou, em estrutura melódica livre, suas Bachianas Brasileiras, sendo aplaudido, até hoje, internacionalmente.







Se pudesse, pelos anos 20 e 30, certamente investiria em Ernesto Júlio de Nazareth então um pianista famoso.








Mas, quem apostaria em Ernesto Joaquim Maria dos Santos?

Sim! Quem apostaria em Ernesto Joaquim Maria dos Santos?
Ou  em Alfredo da  Rocha Vianna Filho?

Dos nomes mais recentes, certamente você não investiria em Maria de Fátima Gomes Nogueira, ou em outra Maria de Fátima, esta de sobrenome Palha Figueiredo.
Mas poderia até investir em Caetano Viana, pensando tratar-se de Caetano  Veloso.
Só que não pretenderia errar com um Agenor de Miranda Araújo Neto.

E teria deixado de investir, na ordem das citações, em "Donga","Pixinguinha","Joana","Fafá de Belém", "Djavan" e "Cazuza".








Por isso quando um conjunto nasce ou uma banda surge no cenário musical, precisa de muito apoio, de muita garra e de muita estrela. Senão, no seu início, ninguém investe, a não ser seus próprios integrantes.
Foi o caso, pelos idos de 70 e 80, de "Rumo", "Premeditando o Bréque", "Lingua de Trapo", "Banda Isca de Polícia", "Rádio Taxi", "Metrô", "Sempre Livre", "Camisa de Venus" e outras.





E ao lado delas nasciam  "Herva Doce", "Paralamas do Sucesso", "Kid Abelha e os Abóboras Selvagens", "Lobão e os Ronaldos", "Roupa Nova", "Ultrage a Rigor", "Titãs", "Legião Urbana", "Ira,", "Capital Inicial", Plebe Rude", Engenheiros do Havaí", "RPM", "Barão Vermelho" e muitas outras.
Se você tivesse investido alguns centavos nessa massa de novatos da época, participando com eles de suas respectivas carreiras, aplaudindo as multidões que se formaram, os discos que foram vendidos, as fitas que se multiplicaram, os shows e as participações em milhares e milhares de espetáculos, quanto teria perdido? Apenas aqueles poucos centavos.





Mas quanto teria ganho ao longo desse período? O que teria conquistado em relação a esse sucesso individual, dos grupos e bandas e da Música Popular Brasileira como um todo?
Sim, porque junto com os Artistas, parte do seu apoio teria materializado essa conquista.





Foi pensando nesse potencial que o Festival da Canções do Mar se abriu para apoiar os Novos Talentos e Músicos que estejam nessa fase tão importante de suas carreiras: a de abrir portas sem dependência de favores ou questionamentos políticos.
Semelhante ao modelo internacional dos "Angels Investors", o programa atual está sendo oferecido ao investimentos musicais  coordenado pelo Festival.





Por isso o Festival das Canções do Mar conclama, nesta página, os Investidores e Patrocinadores que desejam ver  a Música como  um dos maiores investimentos que o Capital pode obter.




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